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Correio da Manhã

Cultura
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Michael Jackson: Investigadora forense assume erros

A investigadora forense Elissa Fleak, inquirida esta quinta-feira no julgamento do médico Conrad Murray, suspeito de homicídio do cantor Michael Jackson, assumiu que cometeu alguns erros na análise dos medicamentos encontrados no quarto do rei da pop, que morreu aos 50 anos a 25 de Junho de 2009.
7 de Outubro de 2011 às 22:38
Frasco de propofol foi exibido durante julgamento
Frasco de propofol foi exibido durante julgamento FOTO: EPA

Em Los Angeles, onde decorre a segunda semana do julgamento de Murray, a especialista foi interrogada pela defesa do clínico e admitiu que destruiu algumas anotações depois de copiadas.

Ainda assim, segundo a agência Reuters, Elissa Fleak explicou que é normal haver falhas neste tipo de casos e que as mesmas não comprometem as conclusões deste processo.

Tanto a acusação como a defesa de Conrad Murray assumem que houve impressões digitais do médico no frasco de propofol encontrado no quarto de Jackson e que, segundo os especialistas, causou a morte do autor de ‘Thriller’.

Murray já admitiu que que administrou o anestésico a Jackson, mas a sua defesa nega que tenha sido reforçada a dose quando Murray saiu do seu quarto.

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