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Correio da Manhã

Cultura
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Montez paga mais segurança

As revistas prometem ser exaustivas e demoradas para entrar no recinto do evento.
Ana Maria Ribeiro 12 de Julho de 2017 às 09:12
Luís Montez pede aos festivaleiros para chegarem cedo ao recinto do festival
Luís Montez pede aos festivaleiros para chegarem cedo ao recinto do festival FOTO: Mafalda Santos
Luís Montez não revela valores, mas garante que este ano vai pagar "mais 50 por cento" do que pagou em 2016 em segurança para o Super Bock Super Rock, que arranca esta quinta-feira no Parque das Nações, Lisboa, e se prolonga até dia 15.

A festa da música, que tem o primeiro dia esgotado – e "já só restam 1500 bilhetes para sexta e 2000 para sábado" – vai ter segurança apertada e o diretor da Música no Coração pede aos festivaleiros que "cheguem cedo" e "deixem as mochilas em casa". "As revistas vão ser exaustivas e as pessoas correm o risco de não assistirem aos concertos porque estão nas filas montadas pela polícia", avisa.

Na visita ao recinto – onde está (quase) tudo pronto para receber 20 mil pessoas por dia – Luís Montez anunciou novidades no sistema de som do palco principal (para acabar com a reverberação) e a criação, no MEO Arena, de uma estrutura suspensa sobre a sala que vai permitir fazer animação de luz. "Os artistas vão usá-la como quiserem, mas é um sistema muito versátil", diz.

Outra novidade será a possibilidade de trocar os bilhetes por pulseiras já dentro do parque. "Para facilitar a vida a toda a gente", conclui Luís Montez, que este ano vai doar um piano de tocar com os pés à freguesia do Parque das Nações.
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