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Correio da Manhã

Cultura
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Morreu a cantora Madalena Iglésias

Cantora venceu o Festival da Canção em 1966 com a música "Ele e Ela".
16 de Janeiro de 2018 às 09:22
Madalena Iglésias
Madalena Iglésias
Madalena Iglésias
Madalena Iglésias
Madalena Iglésias
Madalena Iglésias
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Madalena Iglésias
Madalena Iglésias
Madalena Iglésias
Madalena Iglésias
Madalena Iglésias
Madalena Iglésias
Madalena Iglésias
Madalena Iglésias
Madalena Iglésias
Madalena Iglésias
Madalena Iglésias
Madalena Iglésias
Madalena Iglésias
Madalena Iglésias
Madalena Iglésias
Madalena Iglésias
Madalena Iglésias
Madalena Iglésias
Madalena Iglésias
Madalena Iglésias
A cantora Madalena Iglésias, que venceu o Festival da Canção em 1966 com a música "Ele e Ela", morreu esta terça-feira aos 78 anos numa clínica em Barcelona, Espanha, disse à Lusa uma fonte familiar.

O velório da cançonetista realiza-se hoje a partir das 18h00 locais (17h00 em Portugal), na sala 18 do Tanatório de Collserola, em Barcelona. A informação foi confirmada no entretanto pela família. 



Madalena Lucília Iglésias Doval nasceu a 24 de outubro de 1939 na freguesia de Santa Catarina, em Lisboa.

Madalena Iglésias iniciou carreira no Centro de Preparação de Artistas, na ex-Emissora Nacional, e em 1966 venceu o Festival RTP da Canção com o tema "Ele e Ela", de Marco Canelhas.

Na altura, a artista já se tinha apresentado em 1959 na televisão espanhola e em 1960 foi eleita por votação popular, através de subscritos, Rainha da Rádio e da Televisão.

Em 1962 representou Portugal no Festival de Benidorm, que lhe abriu definitivamente as portas do mercado internacional. Realizou digressões por Espanha e pela América do Sul, gravou para a discográfica Belter e concorreu a diferentes festivais internacionais, como o Palma de Maiorca e o de Aranda del Duero, que venceu em 1964.

Em 2008, em declarações à Lusa, a propósito da publicação da sua fotobiografia "Meu nome é Madalena Iglésias", de autoria de Maria de Lourdes de Carvalho, a intérprete afirmou que sempre se sentiu perseguida pelo complexo da beleza, apesar de reconhecer que "estava à frente" do seu tempo.

No texto de abertura da sua fotobiografia, a cantora referiu-se à sua carreira, que ultrapassou as fronteiras nacionais, como "um caminho percorrido com entusiasmo, alegria, êxitos e algumas nuvens", e garantia: "Tenho um pouco do que vibrei!".

"Ao escolher a minha profissão/vocação, a procurei cumprir sempre com rigor e muita dignidade", afirmou.

Além de "Ele e Ela", do repertório da cantora fazem parte, entre outras, as canções "Silêncio Entre Nós", "Poema de Nós Dois", "Canção para um poeta", "Canção Que Alguém Me Cantou", "É Você, "Oração Na Neve" e "De Longe, Longe, Longe...", "Canção de Aveiro", "Cuando Sali de Cuba", "Ven esta noche", "La frontera" e "La más bella del baile".



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