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Correio da Manhã

Cultura
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Murray mentiu sobre remédios

Amorte de Michael Jackson continua a gerar novas teorias sobre os medicamentos que terão acabado com a vida do rei da pop. Agora o anestesista John Dombrowski, citado pelo site TMZ, diz que o médico Conrad Murray, que é arguido por homicídio involuntário, mentiu às autoridades ao afirmar que administrou ao autor de ‘Thriller’ apenas uma pequena quantidade de propofol.
2 de Março de 2010 às 00:30
Acusado de homicídio involuntário, Conrad Murray aguarda julgamento em liberdade depois de paga a fiança
Acusado de homicídio involuntário, Conrad Murray aguarda julgamento em liberdade depois de paga a fiança FOTO: Reuters

Segundo o perito, Murray terá ligado uma garrafa de cem mililitros a um tubo na veia da perna do artista e dado de forma faseada. Na altura em que saiu do quarto de Jackson, a dose terá escapado ao controlo e sido fatal, com Murray a disfarçar o local da injecção.

Caso se confirme os cem mililitros, o médico utilizou o remédio 40 vezes acima do que foi admitido à polícia em audições.

No entanto, há mais um mistério para resolver sobre o fim da estrela, que morreu aos 50 anos a 25 de Junho: foi encontrada no quarto de Jackson uma garrafa de 20 mililitros de propofol, que ainda não foi explicada. A existência de uma porta secreta no compartimento é também um trunfo para o anestesista Dombrowski defender a sua teoria.

O médico Conrad Murray aguarda julgamento em liberdade, depois de paga uma fiança de mais de 50 mil euros. A família de Michael Jackson já veio a público reclamar sobre a "lenta" investigação.

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