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Correio da Manhã

Cultura

Musical da Disney faz delirar jovens

Presente na apresentação de ‘High School Musical 3 – O Último Ano’ em Madrid, o CM quase ficou bloqueado à entrada do cinema, ocupada durante horas por milhares de adolescentes e crianças que faltaram às aulas para ver os ídolos do filme que estreia quinta-feira em Portugal.

27 de Outubro de 2008 às 00:30
Musical mostra as experiências, esperanças e ansiedades de finalistas do liceu a caminho da universidade
Musical mostra as experiências, esperanças e ansiedades de finalistas do liceu a caminho da universidade FOTO: d.r.

Horas depois, Zac Efron, Vanessa Anne Hudgens, Ashley Tisdale e Corbin Bleu, além do realizador Kenny Ortega, foram recebidos no cinema a abarrotar com gritinhos e choros. A emoção prolongou-se a cada número musical, com o auditório fiel a demonstrar que já conhecia bem as canções do anunciado mega-sucesso da Disney.

Na terceira parte da saga, Troy (Zac) e Gabriella (Vanessa) são finalistas do liceu, mas sofrem antecipadamente por irem para universidades diferentes. Entretanto, preparam com os colegas um musical que exprime as suas experiências, esperanças e ansiedades sobre o futuro. Uma coisa é certa: quando o filme chegar às salas, depressa se converterá num multimilionário fenómeno planetário. É que, para lá das chorudas receitas de bilheteira, nota-se já uma corrida a todo o tipo de merchandising.

Apesar da fama instantânea, Kenny Ortega acredita que os jovens actores têm "os pés bem assentes na terra". Até porque tiveram de passar a viver com a presença constante de paparazzi. "É difícil fazerem a sua vida sem serem perseguidos, mas continuam a ser quem são. E continuam a privilegiar o trabalho", salientou o realizador de ‘High School Musical 3 – O Último Ano’.

"NÃO SOU EXEMPLO PARA NINGUÉM" (Vanessa Anne Hudgens)

Correio da Manhã – Qual foi a reacção de Zac Efron [co-protagonista e namorado na vida real] quando chegou a este grupo?

Vanessa Anne Hudgens – Demo-nos logo bem. Conheci-o nas audições e passámos óptimos momentos juntos. Isso é visível no ecrã.

– Considera-se parecida com a sua personagem?

– A Gabriella significa muito para mim e cresci imenso com ela. No primeiro filme é a novata do liceu. Eu também era um pouco assim: tímida, e não me abria com as pessoas. Aprendi muito com ela.

– É difícil ser um modelo para a juventude?

– Não sou exemplo para ninguém, embora não possa recusar esse papel. É fantástico que as crianças e adolescentes nos vejam como modelos, embora às vezes seja difícil manter esse estatuto.

 

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