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Correio da Manhã

Cultura
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Noddy esgota salas mas volta em 2007

Noddy’ volta este fim-de-semana ao Pavilhão Atlântico, em Lisboa, e segue para Guimarães e Porto, sempre com sessões esgotadas. Mas, para 2007, está já a ser preparado um novo espectáculo, produzido pela DC Entertainment, a produtora britânica de ‘Noddy Live: A Máquina do Tempo’ protagonizado pelo famoso herói televisivo.
29 de Abril de 2006 às 00:00
“É um musical muito pedagógico e desenvolve valores extremamente positivos”, resume o produtor português da Elec & City, António Nobre, justificando a “espectacular adesão”. “Os bilhetes (entre 15 e 30 euros) esgotaram num ápice”, conta ainda.
Depois de Lisboa, seguem-se sessões em Guimarães e Porto (ver caixa) e, findo o périplo, “este espectáculo não volta mais, mas está já a ser preparado um novo ‘Noddy’ para estrear no final de 2007”, antecipa António Nobre. “O sucesso desta personagem vem da televisão (2: e o Panda) e os pais querem levar os filhos pelos valores transmitidos no musical.
Para um ‘target’ dos dois aos oito anos, o musical de 90 minutos “enaltece a comunicação, a amizade, a defesa da natureza e sempre sem recurso à violência. É uma história cantada em português, para toda a família, e há pais e crianças que repetem”, diz o produtor, prometendo “um novo espectáculo infantil, no final do ano, com uma outra personagem muito conhecida”.
MAIS 50 MIL ESPECTADORES
‘Noddy Live: A Máquina do Tempo’ estreia-se hoje, às 11h00 no Pavilhão Atlântico, em Lisboa, e repete ainda hoje, às 15h00 e 19h00, e amanhã nos mesmos horários. Da capital, o musical segue para Guimarães onde é apresentado a 3 e 4 de Maio, às 20h00, no Pavilhão Multiusos, e para o Porto, onde sobe ao palco do Coliseu a 6 (19h00) e 7 (11h00, 15h00 e 19h00).
Depois de, em Dezembro, 75 mil pessoas terem enchido a Casa da Música e o Atlântico, as expectativas da produção são agora de 50 mil espectadores. “O Noddy está para as crianças como os U2 ou os Rolling Stones para os adultos. É um musical com muitos meios de som, luz e muitos efeitos”, remata António Nobre.
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