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Correio da Manhã

Cultura
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OMD: 40 anos de memórias em Lisboa e no Porto

Grupo britânico inicia na Aula Magna a digressão ‘40 Years Greatest Hits’.
Pedro Rodrigues Santos 15 de Outubro de 2019 às 18:50
OMD: 40 anos de memórias em Lisboa e no Porto
OMD: 40 anos de memórias em Lisboa e no Porto
OMD: 40 anos de memórias em Lisboa e no Porto
OMD: 40 anos de memórias em Lisboa e no Porto
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OMD: 40 anos de memórias em Lisboa e no Porto
OMD: 40 anos de memórias em Lisboa e no Porto

Na última passagem por Lisboa, os Orchestral Manouevres in the Dark ofereceram na Aula Magna uma atuação que ainda perdura na memória dos felizardos que tiveram a oportunidade de os aplaudir.

Um ano e meio depois, o grupo liderado por Paul Humphreys e Andy McCluskey está de volta ao local do crime para iniciar, às 21h30 desta terça-feira, a digressão europeia ‘Souvenir – 40 Years Greatest Hits’.

"É a celebração de quatro décadas de carreira musical, por isso, o concerto não será propriamente uma surpresa para o nosso público", avança Paul Humphreys ao Correio da Manhã.

"Além de cantarmos todas as canções que desejam ouvir, temos algumas novidades que mostram o nosso lado mais experimental por que também somos reconhecidos."

‘Enola Gay’, ‘Souvenir’, ‘Tesla Girls’, ‘Dreaming’… a lista quase não tem fim neste percurso marcado por sucessos insuperáveis. Se dúvidas houvesse sobre a contemporaneidade das suas canções, elas rapidamente são desfeitas com o tema ‘Electricity’.

Primeiro tema editado em 1979, foi preciso esperar pela sua reedição (a quarta!), já este ano, para subir ao primeiro lugar da tabela de ‘singles’ do Reino Unido.

"Só por esse facto percebe-se que continua a haver um futuro para os Orchestral Manouevres in the Dark", brinca Paul Humphreys, "embora isso possa parecer irónico para os críticos."

É algo a que o grupo está habituado desde o seu nascimento, como o músico salienta. "Quando começámos a tocar, ninguém gostava do que fazíamos; o rock é que mandava no final dos anos 70!"

Algo difícil de suportar para uma banda que tinha os alemães Kraftwerk, Neu! e La Dusseldorf como mentores do seu som. A verdade é que a aposta foi ganha "porque víamos naqueles grupos do futuro da música, enquanto todos os outros andavam cegos", graceja Paul Humphreys.

Mais logo à noite, a partir das 21h30, os que tiverem a oportunidade de ainda conseguirem comprar bilhete (26 a 28 euros) poderão experimentar, em primeira mão, os sucessos ao vivo dos Orchestral Manouevres in the Dark.

Quarta-feira sobem ao Porto para oferecerem a mesma "dose" na Casa da Música aos muitos fãs que têm na Invicta, num espetáculo em que as entradas já estão esgotadas.

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