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Artigo exclusivo

Pedida prisão por burla com quadros de Miró

Ministério Público diz que contrato era “absurdo” e estava condenado “ao fracasso”.

27 de novembro de 2020 às 01:30

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José Viamonte de Sousa, ex-diretor do Private Bank do BPN
José Viamonte de Sousa, ex-diretor do Private Bank do BPN Marc Ricardo Silva
Em 2003 o BPN decidiu vender 41 quadros do pintor catalão Joan Miró por 22 milhões
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Para o Ministério Público ficou provado que José Viamonte de Sousa, ex-diretor do Private Banking do BPN, no Porto, apoderou-se de 1,25 milhões de euros durante um negócio da venda de 41 quadros do pintor Joan Miró. O magistrado lembrou esta quinta-feira, nas alegações finais, no Tribunal de São João Novo, que o arguido “violou os deveres de zelo” e deve ser condenado à prisão.

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