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Correio da Manhã

Cultura
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PJ recupera oito imagens avaliadas em 17 500 euros

Peças de arte sacra com vários séculos foram furtadas, em março, do Mosteiro de Bravães.
Fátima Vilaça 29 de Maio de 2019 às 09:06
O coordenador de Investigação Criminal da PJ de Braga, António Gomes, pretende ainda identificar outros suspeitos
O coordenador de Investigação Criminal da PJ de Braga, António Gomes, pretende ainda identificar outros suspeitos
O coordenador de Investigação Criminal da PJ de Braga, António Gomes, pretende ainda identificar outros suspeitos
O coordenador de Investigação Criminal da PJ de Braga, António Gomes, pretende ainda identificar outros suspeitos
O coordenador de Investigação Criminal da PJ de Braga, António Gomes, pretende ainda identificar outros suspeitos
O coordenador de Investigação Criminal da PJ de Braga, António Gomes, pretende ainda identificar outros suspeitos
O coordenador de Investigação Criminal da PJ de Braga, António Gomes, pretende ainda identificar outros suspeitos
O coordenador de Investigação Criminal da PJ de Braga, António Gomes, pretende ainda identificar outros suspeitos
O coordenador de Investigação Criminal da PJ de Braga, António Gomes, pretende ainda identificar outros suspeitos
O coordenador de Investigação Criminal da PJ de Braga, António Gomes, pretende ainda identificar outros suspeitos
O coordenador de Investigação Criminal da PJ de Braga, António Gomes, pretende ainda identificar outros suspeitos
O coordenador de Investigação Criminal da PJ de Braga, António Gomes, pretende ainda identificar outros suspeitos
Uma imagem de S. Brás, datada do século XVII e avaliada em quase quatro mil euros, foi uma das oito peças de arte sacra recuperadas pela Polícia Judiciária de Braga no âmbito de uma investigação por furto no Mosteiro de Bravães, Ponte da Barca, em março deste ano.

A investigação permitiu a recuperação, em tempo recorde, de todas as imagens furtadas há dois meses, cujo valor foi estimado em 17 500 euros.

Um empregado de balcão, de 31 anos, foi detido e está em prisão domiciliária, com pulseira eletrónica. Outro homem, de 21 anos, também preso, mas à guarda de outro processo, são os suspeitos deste furto. A PJ admite que possam pertencer a um "grupo organizado".

"Graças à investigação, foi possível recuperar a totalidade das peças, praticamente intactas. O cuidado que houve com as imagens leva-nos a crer que se destinavam a ser introduzidas no circuito de tráfico de obras de arte", explicou o coordenador de Investigação Criminal da PJ de Braga.

António Gomes referiu também que a investigação da PJ, que já levou a um detido e à identificação de outro suspeito, "pretende ainda identificar outros suspeitos neste caso", sublinhando que a investigação não está concluída.

As peças de arte agora apreendidas foram furtadas na madrugada de 14 para 15 de março na Igreja de S. Salvador de Bravães, ou Mosteiro de Bravães como é localmente conhecido.

O valor das imagens, algumas com quatro séculos, varia entre os mil e os 4 mil euros.
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