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Correio da Manhã

Cultura
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Prémio coloca ‘1917’ mais perto do Óscar

Filme de guerra assinado por Sam Mendes venceu prémio do Sindicato de Produtores de Hollywood.
Sónia Dias 20 de Janeiro de 2020 às 08:25
George MacKay interpreta um soldado com uma missão arriscada no filme ‘1917’
George MacKay interpreta um soldado com uma missão arriscada no filme ‘1917’ FOTO: Direitos Reservados

O filme de Sam Mendes sobre a Primeira Guerra Mundial foi o grande vencedor dos prémios do Sindicato de Produtores de Hollywood (Producers Guild Awards) que, à semelhança dos Globos de Ouro, que também ganhou, funcionam como uma espécie de previsão para os Óscares, entregues a 10 de fevereiro. Assim sendo, ‘1917’, que tem dez nomeações, está na frente da corrida.

Na cerimónia que decorreu sábado à noite em Los Angeles, ‘1917’ disputou o prémio de melhor produção em filme com outros dois favoritos: ‘Era Uma Vez Em... Hollywood’, de Quentin Tarantino, e ‘O Irlandês’, de Martin Scorsese, também estes indicados para dez Óscares.

O realizador lusodescendente Sam Mendes dedicou o galardão ao avô, veterano da I Grande Guerra, cujas histórias o inspiraram para fazer este filme sobre dois jovens soldados (Dean-Charles Chapman e George MacKay) que são incumbidos de levar uma mensagem que pode salvar o batalhão britânico em Devonshire, durante a batalha de Passchendaele.

O Sindicato dos Produtores de Hollywood, cujos prémios foram criados em 1990, tem acertado quase sempre no vencedor do Óscar para melhor filme. Na década de 2010, por exemplo, só falhou duas vezes: em 2016 - quando premiou ‘A Queda de Wall Street’ e a estatueta foi para ‘O Caso Spotlight’ - e em 2017 - quando atribuiu o prémio a ‘La La Land’ e o Óscar foi para ‘Moonlight’.

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