Paulo Bragança revela exílio de 11 anos em que foi funcionário público e professor de filosofia

Cantor está de volta a Portugal para retomar o seu lugar no fado.
Por Miguel Azevedo|20.09.17
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O fadista Paulo Bragança está de volta aos palcos portugueses e prepara um novo disco. Conta em entrevista o que andou a fazer durante a mais de uma década em que esteve afastado de Portugal.

Porque é que estivemos tanto tempo sem ouvir falar do Paulo Bragança?

Porque estive fora de Portugal quase onze anos, seis deles em exílio absoluto. Parti em 2006 e quando dei por mim já tinha passado este tempo todo. Se antes disso me dissessem que eu ia estar tanto tempo longe do meu país, eu diria que era um absurdo.

E porque é que partiu?

Por desencanto e por desilusão.

Desilusão?
Sim. Desilusão pela indústria da música e pelos ‘lobbies’ que tanto podem construir um artista como destruí-lo. A experiência que tive foi um bocado infeliz. Confiei demais.

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