Conhecia-a no solar do Vinho do Porto, no Bairro Alto, no lançamento de um disco dela para o qual eu fui convidado. Estava eu no começo da minha carreira, mas nasceu ali uma amizade de respeito e admiração. Pelos aniversários, enviava-lhe sempre um ramo de flores.

A Amália, foi e continuará a ser o meu grande ídolo, a minha grande referência. Ela irá sempre prepetuar-se. Aliás, para mim Amália não morreu porque ela continua a ser única no mundo. Portugal foi privilegiado por ter tido uma das vozes mais grandiosas do mundo.

Ao longo da vida, gravei três fados dela, o 'Amália', 'O Grito' e mais recentemente o 'Com que Voz'. Para mim são os seus fados mais representativos.