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Correio da Manhã

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Sado quer 30 mil na festa do Rock

"O orçamento é o dobro do do ano passado, mas não digo quanto, os palcos passam a dois em vez de um e o cartaz é de topo”, diz Pedro Gomes, diretor artístico do Festival Rock no Sado, anunciando as novidades da festa que em 2014 se realiza em agosto (de 15 a 17) e não em junho, “não vá o diabo tecê-las e o tempo dar cabo da festa”.
6 de Maio de 2014 às 14:00
A banda União das Tribos integra o cartaz do festival Rock no Sado, que decorre de 15 a 17 de agosto
A banda União das Tribos integra o cartaz do festival Rock no Sado, que decorre de 15 a 17 de agosto FOTO: Tiago Sousa Dias

Só o preço se mantém o mesmo da primeira edição, de 2013: 30 euros para os três dias, com campismo à borla, incluindo sanitários e duches quentes gratuitos.

Trinta euros, diga-se, para ver e ouvir Xutos & Pontapés, UHF, Boss AC, Richie Campbell e Alcoolémia (de um total de sete bandas principais). E para ficar a conhecer 18 bandas alternativas – entre as quais Phazer, União das Tribos, Million Dollar Lips e Um Zero Azul. Todas projetos nacionais.

“Este festival é – e será sempre – 100% português”, diz o diretor. “É a nossa forma de apoiar a nossa música, que é muito boa e que não fica atrás de nada do que se faz lá fora,” remata.

O Rock no Sado, que na segunda edição se voltará a realizar no Parque de Santiago – Recinto da Feira de Setúbal, volta também a incluir uma concentração motard – “que dá sempre alegria e colorido aos festivais” – e a ter “bebidas muito baratas”.

“A imperial vai custar apenas um euro”, informa Pedro Gomes. “Estamos a falar de um verdadeiro festival low cost, feito à medida do bolso dos portugueses”, conclui o responsável, que agora só espera “a grande enchente de público que a festa merece e está pronta a acolher”.

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