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Correio da Manhã

Cultura

Sempre o mesmo rei Roberto Carlos

Março parece ser o mês que Roberto Carlos dedica às mulheres portuguesas. Há dois anos no Casino do Estoril, o ano passado no Pavilhão Atlântico e este ano, no mesmo espaço, apresentou um espectáculo coincidindo com o Dia Mundial da Mulher.
10 de Março de 2006 às 00:00
O ‘rei’ ofereceu um concerto igual a tantos outros
O ‘rei’ ofereceu um concerto igual a tantos outros FOTO: Jorge Godinho
Não será apenas uma grossa legião de trintonas e, muito menos, quarentonas e cinquentonas, que constituem o fiel grupo de fãs do ‘Rei’, mas são elas que agitam milhares de luzes vermelhas, cantam em uníssono e gritam num misto de nervoso e histerismo ao longo de todo o concerto.
Desta vez, com o pavilhão quase esgotado e num fato azulado, Roberto Carlos iniciou o ‘show’ com meia hora de atraso, meteu uns temas menos ‘badalados’ a meio e no final (após hora e meia de canto) esticou por outra meia hora três encores: ‘Amigo’. ‘Amada, Amante’ e ‘Eu Quero Apenas’, todos da dupla maravilha Roberto e Erasmo Carlos.
Despediu-se com uma imagem nos ecrãs, onde melhor se viu a figura do cantor, de braço no ar e, desta vez, sem direito ao ‘tradicional’ número do braçado de flores vermelhas de onde tira rosa-beija rosa-atira rosa.
De destacar, apenas, em mais um concerto igual a tantos outros, cinco temas que foram aplaudidos em delírio: ‘Emoções’, que sempre abre o espectáculo, ‘As Baleias’ e ‘Jesus Cristo’, ‘Índia’, canção bem conhecida na voz de Gal Costa e, naturalmente, ‘Coimbra’, de Raul Ferrão.
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