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Correio da Manhã

Cultura
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Teresinha Landeiro: “O fado é a expressão máxima da alma”

Fadista apresenta-se quarta-feira no Capitólio, em Lisboa, para apresentar o disco ‘Namoro’.
Miguel Azevedo 2 de Abril de 2019 às 01:30
Teresinha Landeiro,  de 23 anos, é uma das mais talentosas novas vozes do fado
Teresinha Landeiro,  de 23 anos, é uma das mais talentosas novas vozes do fado
Teresinha Landeiro,  de 23 anos, é uma das mais talentosas novas vozes do fado
Teresinha Landeiro,  de 23 anos, é uma das mais talentosas novas vozes do fado
Teresinha Landeiro,  de 23 anos, é uma das mais talentosas novas vozes do fado
Teresinha Landeiro,  de 23 anos, é uma das mais talentosas novas vozes do fado
Teresinha Landeiro,  de 23 anos, é uma das mais talentosas novas vozes do fado
Teresinha Landeiro,  de 23 anos, é uma das mais talentosas novas vozes do fado
Teresinha Landeiro,  de 23 anos, é uma das mais talentosas novas vozes do fado
Quase um ano depois do disco de estreia, ‘Namoro’, Teresinha Landeiro, uma das mais talentosas novas vozes do fado, sobe quarta-feira ao Capitólio, em Lisboa, para um concerto especial e inovador.

Para além de temas novos, a fadista prepara uma noite interativa. "Alguns dos temas do concerto vão ser colocados nas minhas redes sociais e as pessoas podem fazer um like nos que mais gostarem. O mais votado terá um videoclip no espaço de um mês", revela.

Foi graças a um disco de Ana Moura e a outro de Maria Teresa Noronha, oferecidos em criança, que Teresinha Landeiro se apaixonou pelo fado.

"Eu já cantava em casa, canções em português como as que eu ouvia no Festival da Canção, mas aqueles discos mudaram tudo. Passava o dia a ouvi-los e a cantar por cima", diz a fadista que aos doze anos conheceu pela primeira vez uma casa de fados.

"A minha mãe levou-me para ouvir a Ana Moura. Foi também a primeira vez que cantei ao vivo." Um ano depois, aos 13 anos, Teresinha Landeiro teve um desgosto amoroso, "coisas da idade", como diz, e percebeu que, para além de cantar, conseguia escrever os seus próprios textos.

"Na altura fiquei muito deprimida, deu-me para escrever, mas guardei esse texto na gaveta. Depois, comecei a escrever outras coisas e a tentar cantá-las."

O disco ‘Namoro’, lançado em 2018, resume, por isso, muito do que foi a vida da fadista até então, ou não fosse o fado, como ela diz, "a expressão máxima da alma".
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