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Correio da Manhã

Cultura
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TOM HANKS É O MAIS AMADO DA AMÉRICA

Todos os anos os norte-americanos elegem as suas estrelas preferidas e numa votação conduzida pelo 'site' “Harris Interativo” o grande favorito de 2002 é Tom Hanks, que não vemos no grande ecrã desde “O Náufrago”, de Robert Zemeckis, de 2000.
28 de Dezembro de 2002 às 00:00
O actor, de 46 anos, destronou a antiga predilecta, Julia Roberts, que caiu para a terceira posição no top das preferências, logo a seguir a Mel Gibson.

De acordo com os especialistas, esta “queda” da antiga namoradinha da América pode ter a ver com o fracasso da sua mais recente aventura cinematográfica, “Full Frontal”, filme de Steven Soderberg onde também participou David Duchovny (”Ficheiros Secretos”) mas que não caiu nas graças do público.
casamento polémico

No entanto, convém não esquecer que este foi também o ano em que Julia Roberts decidiu dar o nó com o seu “namorado relâmpago”, Daniel Moder. Dizem as más-línguas que a actriz - que se apaixonou por Daniel quando este ainda era casado - chegou a pagar uma indemnização à senhora Moder para que esta lhe concedesse o divórcio mais rapidamente. Miss Roberts tornou-se Julia Moder no passado dia 4 de Julho , numa cerimónia hiper-secreta.

Mas a lista das estrelas preferidas dos americanos tem outras curiosidades. É que depois de Julia Roberts, a única mulher que figura na lista dos dez mais votados é Sandra Bullock, que ficou em último lugar no top das preferências. O resto, são só homens. De todas as idades e raças, para todos os gostos.Senão vejamos.
No quarto lugar no top dos preferidos está Harrison Ford, o eterno aventureiro de “Indiana Jones”; logo seguido pelo veteraníssimo Sean Connery. No sexto lugar surge um inesperado John Wayne, que pelos vistos os norte-americanos não conseguem esquecer e amam mesmo para além do túmulo. A seguir vêm Denzel Washington, Clint Eastwood e Tom Cruise, respectivamente nas sétima, oitava e nona posições.
vencedores e derrotados

Do outro lado da balança está Robin Williams, cujo nome figurava na lista dos dez preferidos de 2001 mas que este ano desapareceu completamente do top, parecendo ter sido “erradicado” do coração dos seus conterrâneos.

Segundo os especialistas, o público americano não lhe perdoa o facto de ter começado a interpretar papéis de vilão. Williams estava cansado de ser “apenas” um excelente comediante e temia ficar para sempre colado a um estereótipo.

Determinado em mostrar que os seus talentos vão muito para além do género cómico, o actor exigiu aos produtores que o contratassem também como intérprete dramático, mas uma sequência de dois ou três filmes como “mau-da-fita” foram fatais para a sua popularidade.
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