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Correio da Manhã

Cultura
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Trio Odemira e câmara em guerra de palavras

Banda afirma que projeto foi contemplado com um subsídio europeu a fundo perdido.
Pedro Rodrigues Santos 7 de Outubro de 2017 às 01:30
Júlio Costa, Carlos Costa e Mingo Rangel formam o Trio Odemira
Júlio Costa, Carlos Costa e Mingo Rangel formam o Trio Odemira
Júlio Costa, Carlos Costa e Mingo Rangel formam o Trio Odemira
Júlio Costa, Carlos Costa e Mingo Rangel formam o Trio Odemira
Júlio Costa, Carlos Costa e Mingo Rangel formam o Trio Odemira
Júlio Costa, Carlos Costa e Mingo Rangel formam o Trio Odemira
Júlio Costa, Carlos Costa e Mingo Rangel formam o Trio Odemira
Júlio Costa, Carlos Costa e Mingo Rangel formam o Trio Odemira
Júlio Costa, Carlos Costa e Mingo Rangel formam o Trio Odemira
Júlio Costa, Carlos Costa e Mingo Rangel formam o Trio Odemira
Júlio Costa, Carlos Costa e Mingo Rangel formam o Trio Odemira
Júlio Costa, Carlos Costa e Mingo Rangel formam o Trio Odemira
Há uma guerra de palavras entre o Trio Odemira e a Câmara Municipal de Odemira. E tudo porque José Alberto Guerreiro, reeleito presidente na última eleição autárquica, não terá dado resposta ao projeto apresentado pela banda para criar uma escola profissional para o ensino de música aos jovens da vila alentejana.

Carlos Costa, membro do trio, diz ao CM que o projeto, que seria gratuito para a autarquia, "foi aprovado" pelas instâncias europeias, que avançaram com um subsídio de 100 mil euros a fundo perdido. "Faltava apenas à câmara disponibilizar o espaço onde a escola iria funcionar."

José Alberto Guerreiro, ao CM, afirma que "é pura mentira o que o Trio Odemira vem afirmando desde 2013". A proposta "nunca foi concretizada nem tão pouco utilizada na obtenção de quaisquer verbas comunitárias e nacionais", explica. Denuncia ainda que o projeto nunca foi gratuito.

"O valor avançado por Carlos Costa, na nossa primeira reunião, foi de 200 mil euros por ano." Certo é que em junho de 2015 foi inaugurado o Quintal da Música no antigo matadouro da vila. Todavia, o edil recusa o plágio do projeto apresentado pelo grupo.

Além disso, existe já no concelho uma outra instituição de ensino musical. "A Escola de Música Tradicional de Odemira", sublinha José Alberto Guerreiro, "é uma iniciativa de Marco Vieira", ex-membro dos Pólo Norte e divulgador da viola campaniça.

"Não se justifica a criação de outra escola de música em Odemira", justifica o autarca.
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