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Correio da Manhã

Cultura
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Um macaco com valor de Óscar

E o Óscar vai para... o macaco ‘César’. A frase pode parecer despropositada mas ganha fôlego depois de ver Andy Serkis em ‘O Planeta dos Macacos: A Origem’, em estreia nacional dia 11 de Agosto. A crítica rendeu-se à interpretação humanizada deste símio no filme de Rupert Wyatt, mas o falatório entre especialistas tende a não sair do ‘papel’. Afinal, atribuir um Óscar a uma animação computorizada abriria um precedente na história dos prémios de Hollywood...
10 de Agosto de 2011 às 00:30
Andy Serkis brilha neste filme, mas apenas por trás dos efeitos especiais que o transformam num macaco
Andy Serkis brilha neste filme, mas apenas por trás dos efeitos especiais que o transformam num macaco FOTO: d.r.

Serkis é o actor por detrás de ‘César', um macaco especial que, nascido num laboratório de testes genéticos que buscam a cura para o Alzheimer, revela  uma inteligência e emoção inéditas entre pares. 

Criado com base na Motion Capture Performance, técnica digital que gera  uma animação computadorizada, ‘César' move-se ao ritmo do actor que lhe dá vida através de sensores espalhados pelo corpo. Mas sem nunca mostrar o rosto de Serkis.

A seu lado, James Franco, Freida Pinto e John Lithgow   ajudam à carga dramática desta  prequela da famosa saga ‘Planeta dos Macacos' e explica por que os símios se revoltaram contra os homens. Com humanismo e realismo q.b.

Adormecida há 10 anos, desde o filme de Tim Burton, a marca mantém fãs fiéis. A prová-lo, a estreia nos Estados Unidos, no passado fim-de-semana: 38,3 milhões de euros, uma bilheteira  acima das expectativas.

Cultura Cinema Planeta dos Macacos: A Origem James Franco Rupert Wyatt Andy Serkis
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