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Correio da Manhã

Cultura
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Uma carreira curta que deixou marcas

A vida dos Censurados, a “maior banda punk de Alvalade e arredores”, foi curta e veloz, mas deixou marcas no rock português agora revistas na biografia a apresentar hoje (21h00), no Café da Música, em Lisboa, por João Ribas e ‘Fred’ e do radialista Henrique Amaro, autor do prefácio.
27 de Novembro de 2006 às 00:00
João Ribas, ex-Censurados e actual Tara Perdida
João Ribas, ex-Censurados e actual Tara Perdida FOTO: Vítor Mota
Augusto Figueira e Renato Conteiro assinam ‘Censurados até morrer’, editado sete anos após a última aparição pública de João Ribas, Frederico ‘Fred’ Valsassina, Orlando Cohen e Samuel Palitos, amigos e conhecidos da zona lisboeta de Alvalade.
Surgidos em 1988, os Censurados marcaram, a par de Peste & Sida e Mata-Ratos, a segunda geração do punk rock português, que tinha tido uma primeira vida com nomes como Faíscas, Crise Total ou os primeiros passos dos Xutos & Pontapés.
Cruzando as referências punk inglesas do final dos anos 70 como os Sex Pistols com o hardcore americano dos anos 80, mais agressivo, editaram três álbuns, ’Censurados’, ‘Confusão’ e ‘Sopa’.
A última aparição ao vivo foi em 1993, no concerto-tributo a José Afonso ‘Filhos da Madrugada’, realizado no Estádio José Alvalade a partir do disco homónimo no qual participaram interpretando ‘O Que Faz Falta’.
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