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Vão-se os jedis e fica a Força

Ação de 'Rogue One' decorre antes do filme de 1977 ‘Uma Nova Esperança’.

15 de dezembro de 2016 às 08:43

Protagonizado por Felicity Jones, atriz britânica de 33 anos que nem era nascida quando George Lucas deu início à saga de ficção científica ‘A Guerra das Estrelas’, ‘Rogue One: Uma História de Star Wars’, que estreia hoje em Portugal, mostra o que sucedeu, há muito tempo, numa galáxia muito distante, entre os filmes ‘A Vingança dos Sith’ (2005) e ‘Uma Nova Esperança’ (1977).

Para que a princesa Leia pudesse enviar robôs com planos para destruir a ‘Estrela da Morte’, a nave capaz de destruir planetas, foi preciso que espiões os roubassem as plantas. E é aí que entra Jyn Erso (Felicity Jones), filha de um cientista forçado a colaborar com as forças imperiais e criada por um rebelde convertido ao terrorismo, capaz de descobrir a força no primeiro filme do universo ‘Star Wars’ sem guerreiros jedis.

A segunda protagonista feminina, após Daisy Ridley fazer de Rey em ‘O Despertar da Força’, que em 2015 iniciou a terceira trilogia de ‘A Guerra das Estrelas’, mostra que a Disney, dona da Lucasfilm, está empenhada em que a saga agrade e venda ‘merchandising’ a ambos os sexos e a todas as idades.

Com 187 milhões de euros de orçamento, o realizador inglês Gareth Edwards aproveitou situações e personagens conhecidas para este filme de Natal.

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