ÁRBITRO ESTRAGA FESTA NO RESTELO

Erros atrás de erros do árbitro João Vilas Boas e dos seus auxiliares João Leitão e Álvaro Mesquita condicionaram toda a história da partida inaugural da 13.ª jornada da SuperLiga.

07 de dezembro de 2002 às 00:37
ÁRBITRO ESTRAGA FESTA NO RESTELO
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Depois de uma primeira parte equilibrada e muito bem disputada entre duas boas equipas, que chegaram ao intervalo empatadas a uma bola – Ludemar (20’) e Fary (37’) –, o segundo tempo ficou marcado pela péssima exibição do trio de arbitragem. Começou por prejudicar o Belenenses ao assinalar uma grande penalidade inexistente ao minuto 50, por indicação do auxiliar, que Ricardo Sousa aproveitou para pôr o Beira-Mar em vantagem.

Fary caiu na área do Belenenses sem sofrer qualquer toque, com a decisão do árbitro a gerar grande confusão dentro do relvado. Foi o momento do jogo, pois a partir daí nada foi como antes.

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Apesar da adversidade, o Belenenses soube reagir e poucos minutos depois, Orestes marcou um golo, de imediato anulado pelo outro auxiliar. Tudo porque viu uma falta, também esta inexistente, de Djalmir sobre Paulo Sérgio.

Mesmo assim e beneficiando da superioridade númerica – Marcelinho foi expulso durante o lance do penálti –, o Belenenses deu a volta por cima aos acontecimentos, remetendo o Beira-Mar à sua grande área. Resultado dessa forte pressão, surgiu o golo do empate da formação de Marinho Peres. Após alguma confusão na área aveirense, apareceu Djalmir a marcar.

Já nos minutos de desconto, mais um erro de Vilas Boas, que condicionado pelo facto de anteriormente ter prejudicado o Belenenses, acabou por vislumbrar uma mão de Filipe na área dos visitantes. Ficou a ideia de que o defesa terá tocado na bola sem intenção. Tuck converteu a grande penalidade, dando uma vitória mais do que justa à equipa do Restelo. Acabou por escrever-se direito por linhas tortas.

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