Astecas com coração meio-luso

É a equipa mais portuguesa na competição: Jiménez no Benfica, Layún, Herrera e Reyes no FC Porto.

01 de julho de 2017 às 09:56
Pepe disputa lance com Jiménez no jogo da fase de grupos (2-2) Foto: Reuters
Golo do empate do México contra Portugal chegou nos descontos Foto: Reuters
México, Diego Reyes, Rússia, Taça das Confederações, Aleksandr Samedov, Nestor Araujo, Nestor Araujo, Portugal, Yuri Zhirkov, Hirving Lozano, Akinfeev, Nova Zelândia, Layun, Juan Cambios Osorio, Grupo A, Chile, Alemanha, Benfica, futebol, Herrera, desporto Foto: Getty
México, Diego Reyes, Rússia, Taça das Confederações, Aleksandr Samedov, Nestor Araujo, Nestor Araujo, Portugal, Yuri Zhirkov, Hirving Lozano, Akinfeev, Nova Zelândia, Layun, Juan Cambios Osorio, Grupo A, Chile, Alemanha, Benfica, futebol, Herrera, desporto Foto: Getty Images

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Em quatro jogos com o México, Portugal nunca perdeu – duas vitórias e dois empates. Mas a seleção asteca tem mais pergaminhos na Taça das Confederações: um troféu (1999) e seis presenças.

A seleção que defronta amanhã Portugal tem uma particularidade: quatro dos seus jogadores são do Benfica (Jiménez) e FC Porto (Layún, Herrera e Reyes).

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O empate com Portugal na fase de grupos mostrou um México com grande capacidade ofensiva, que faz pressão alta (o selecionador Juan Carlos Osorio é um seguidor das ideias de Cruyff). Ochoa, Vela, Moreno, Guardado e ‘Chicharito’ são as estrelas da equipa.

É um México orgulhoso e berço da civilização asteca, que fazia sacrifícios humanos e arrancava o coração às vítimas, que defronta amanhã Portugal.

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