GRANDE PRÉMIO MOVIMENTA DEZ MILHÕES DE EUROS
Cerca de duas centenas de cavaleiros nacionais e estrangeiros provenientes de 20 países disputam hoje o Grande Prémio Lusotur, a última prova do II Circuito Equestre de Vilamoura, que conta com um ‘prize money’ de 10 mil euros.
Um montante disputado por alguns dos conjuntos mais conceituados a nível internacional, como é o caso do campeão mundial Gilles Bertrand de Balanda, vencedor do Grande Prémio Solverde realizado no último domingo. No campo de saltos algarvio, o cavaleiro francês deverá montar o mais valioso dos 450 cavalos presente no evento, o ‘Crocus Graverie’ (avaliado em cerca de meio milhão de euros), com o qual se sagrou campeão no Mundial de 2002, em Jerês de La Frontera (Espanha). A par deste e de outros cavaleiros olímpicos, também os portugueses como Marina Frutuoso (actual campeã nacional), Luís Sabino e João Chuva, saltarão no Grande Prémio do circuito algarvio, que conta com um ‘prize money’ global de 200 mil euros.
Para além da sua importância em termos competitivos, o concurso, que se desenrolou ao longo de quatro semanas em dois campos de saltos (um para profissionais, outro para amadores) constitui um dos principais eventos turísticos no Sotavento algarvio durante a época baixa, já que, em termos económicos movimenta receitas na ordem dos dez milhões de euros.
De acordo com o director da prova, António Moura, mais do que um desporto o concurso hípico é uma componente muito forte da economia: “Um evento como este envolve cerca de mil pessoas, com grande poder económico, que permanecem em Vilamoura durante um mês. Sem dúvida que isto tem um grande impacto económico para a região”, salientou aquele responsável.
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