Novo complexo custa 50 milhões de euros

João Lagos anunciou ontem que a construção das instalações definitivas do Estoril Open, previstas para o Complexo do Jamor, deverá ser aprovada pelo Governo até ao final deste mês, num projecto que implicará um investimento de 50 milhões de euros.

03 de maio de 2012 às 01:00
ESTORIL OPEN, COURTS, JOÃO LAGOS, KOEHLER, TÉNIS Foto: Carlos Rodrigues
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"Não precisamos do investimento do Estado. Só nos falta a autorização da Secretaria de Estado do Desporto e do IDP, que deverá ser dada até ao final de Maio, porque as negociações estão a correr muito bem. Estou muito, muito optimista", afirmou João Lagos, director do Estoril Open. A requalificação do Jamor poderá começar dentro de cinco meses, uma vez que João Lagos precisa ainda de "correr atrás do ‘caroço’", ou seja, negociar com investidores. "Tenho várias fontes alinhadas, em compasso de espera, mas só posso abordá-las quando souber que é concretizável. Quando tiver o investimento garantido, a obra deverá estar pronta em dois anos", explicou.

O principal investidor e o único já garantido, a Câmara de Oeiras, irá participar com cinco milhões de euros. "Espero que o Governo tome uma decisão de uma vez por todas", disse Paulo Vistas, vice-presidente da autarquia de Oeiras.

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João Lagos revelou ainda que o novo complexo irá implicar a mudança de terrenos afectos ao râguebi, mas não interferirá com a Casa das Selecções.

KOEHLER: "NÃO ME INTIMIDEI"

A portuguesa Maria João Koehler (227ª WTA), 19 anos, foi ontem eliminada na 2ª ronda ao perder (2-6 e 0-6) diante da italiana Roberta Vinci, 29 anos, 23ª jogadora mundial e 1ª cabeça-de-série do torneio. "Pode parecer irónico pelo resultado, mas fui profissional. Não me intimidei e entrei para ganhar", disse Koehler, que deixa o Estoril Open com 30 pontos para o ranking e um cheque de 2950 euros.

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