Pai ‘absolve’ Bruno Alves
Washigton Alves recusou esta segunda-feira que o filho, Bruno Alves, tenha perdido o controlo emocional, na final da Taça da Liga, e considerou que o central do FC Porto é, por vezes, “vítima de parcialidade”.
“Achei que o Bruno estava preparado para jogar o Benfica-FC Porto, um jogo em que o FC Porto sofreu vários problemas. Achei que o Bruno jogou da melhor forma que pôde e soube e terminou o jogo dentro de campo, o que significa que tudo o que ele fez foi dentro do que é permitido”, afirmou, em declarações à TSF.
Washigton queixou-se ainda da “parcialidade” de que é vítima o seu filho, uma vez que a opinião pública olha para o seu comportamento, esquecendo as acções dos adversários. Para o pai do defesa do FC Porto, a final de ontem – que terminou com a vitória do Benfica por 3-0 – representa um jogo com uma carga emocional “muito forte” e que Bruno Alves teve uma atitude “normal”.
“Eu só vi o Bruno a lutar pela equipa dele. É um Benfica-FC Porto. Quer um jogador de saia justa lá dentro? Um Benfica-FC Porto nunca é um jogo normal. É um jogo com atribulações e difícil. O futebol é assim”, defendeu.
Opinião contrária tem Rodolfo Reis, antigo capitão do FC Porto, que entende que ontem se assistiu ao “pior lado” do defesa portista. “O Bruno Alves foi o espelho da equipa. a equipa não está bem, está intranquila e não tem tido boas prestações. Ontem, o Bruno Alves teve uma recaída devido a esses factores”, considerou.
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