"Podia ser um jogo da Liga dos Campeões": Farioli encontrou pontos em comum com o Estugarda antes do duelo
Treinador do FC Porto garante que os dragões jogam para ganhar em qualquer campo e que vê algumas semelhanças no estilo de jogo das duas equipas. Borja Sainz tem titularidade garantida.
“Podia ser um jogo da Liga dos Campeões. Quando representamos um clube desta dimensão, vamos sempre para campo para ganhar. E vamos tentar fazê-lo. Vamos defrontar uma equipa que faz parte das big 5, mas acredito que teremos a nossa oportunidade e de jogar as nossas cartas. Com humildade e respeito pelo adversário, mas com a nossa identidade e desejo de valorizar uma competição importante para nós”. Foi assim que Francesco Farioli lançou o jogo desta quinta-feira com o Estugarda, da primeira-mão dos oitavos de final da Liga Europa.
Mesmo sem abrir muito o jogo em relação ao onze, confirmou a titularidade de um jogador: “O Borja regressou agora, teve minutos e será titular. O Martim Fernandes teve um problema físico no último jogo, conseguimos recuperá-lo e está bem para jogar.”
Numa análise à equipa do Estugarda, Farioli encontrou pontos comuns com o FC Porto. ”Somos parecidos em muitos aspetos, no estilo de jogo, apesar de existirem algumas diferenças. Ambas as equipas gostam de pressionar, de recuperar a bola mais alto, por isso vai ser um jogo aberto, que ficará marcado pelos vários duelos ao longo do campo. O Estugarda funciona muito com as referências individuais também, com muita agressividade”, indicou.
O técnico portista voltou a falar do clássico com o Benfica, repetindo que merecia ter ganho. ”As declarações de Mourinho depois do jogo foram evidentes, disse que fomos lá para ganhar. Parece-me que, durante 75 minutos, o jogo só teve um sentido. Mas fomos infelizes e pagámos o preço”, referiu.
Farioli confessou ainda que não se arrepende de não ter inscrito Pietuszewski na Liga Europa. “Teve que ver com as regras. Só podíamos inscrever três jogadores. O Thiago Silva tinha de fazer parte, o Fofana também, e o Terem Moffi podia ajudar-nos naquela posição. A decisão que tomámos penso que foi correta”, disse.
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