"Podia ser um jogo da Liga dos Campeões": Farioli encontrou pontos em comum com o Estugarda antes do duelo

Treinador do FC Porto garante que os dragões jogam para ganhar em qualquer campo e que vê algumas semelhanças no estilo de jogo das duas equipas. Borja Sainz tem titularidade garantida.

12 de março de 2026 às 01:30
Francesco Farioli diz que a sua equioa é muito parecida com a do Estugarda Foto: Direitos Reservados
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“Podia ser um jogo da Liga dos Campeões. Quando representamos um clube desta dimensão, vamos sempre para campo para ganhar. E vamos tentar fazê-lo. Vamos defrontar uma equipa que faz parte das big 5, mas acredito que teremos a nossa oportunidade e de jogar as nossas cartas. Com humildade e respeito pelo adversário, mas com a nossa identidade e desejo de valorizar uma competição importante para nós”. Foi assim que Francesco Farioli lançou o jogo desta quinta-feira com o Estugarda, da primeira-mão dos oitavos de final da Liga Europa.

Mesmo sem abrir muito o jogo em relação ao onze, confirmou a titularidade de um jogador: “O Borja regressou agora, teve minutos e será titular. O Martim Fernandes teve um problema físico no último jogo, conseguimos recuperá-lo e está bem para jogar.”

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Numa análise à equipa do Estugarda, Farioli encontrou pontos comuns com o FC Porto. ”Somos parecidos em muitos aspetos, no estilo de jogo, apesar de existirem algumas diferenças. Ambas as equipas gostam de pressionar, de recuperar a bola mais alto, por isso vai ser um jogo aberto, que ficará marcado pelos vários duelos ao longo do campo. O Estugarda funciona muito com as referências individuais também, com muita agressividade”, indicou.

O técnico portista voltou a falar do clássico com o Benfica, repetindo que merecia ter ganho. ”As declarações de Mourinho depois do jogo foram evidentes, disse que fomos lá para ganhar. Parece-me que, durante 75 minutos, o jogo só teve um sentido. Mas fomos infelizes e pagámos o preço”, referiu.

Farioli confessou ainda que não se arrepende de não ter inscrito Pietuszewski na Liga Europa. “Teve que ver com as regras. Só podíamos inscrever três jogadores. O Thiago Silva tinha de fazer parte, o Fofana também, e o Terem Moffi podia ajudar-nos naquela posição. A decisão que tomámos penso que foi correta”, disse.

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