Sporting lembra que jogadores do V. Guimarães não rescindiram depois de agressões
Leões elogiam atitude do plantel minhoto que "também sofreu um ato hediondo e criminoso".
Num comunicado em que abordou vários temas, o Conselho Diretivo e a Comissão Executiva da SAD do Sporting manifestaram o seu apoio ao presidente e plantel do V. Guimarães que "também sofreu um acto hediondo, criminoso e terrorista" na sua Academia.
Os leões lamentaram que no seu caso tenha sido dada mais "relevância" e recordam que, ao contrário do que já sucedeu em Alvalade, com as rescisões de Rui Patrício e Podence, no Minho nenhum atleta ou treinador saiu unilateralmente do clube.
"Queremos aqui deixar uma palavra de força ao presidente do Vitória de Guimarães e seus atletas, treinadores e staff que, conforme já foi publicamente confirmado pelo Presidente e pelo treinador Pedro Martins, também sofreram um acto hediondo, criminoso e terrorista na Academia em Guimarães, com cerca de 50 indivíduos encapuçados, com tochas e que bateram violentamente em todos.
Tudo foi relatado às entidades respectivas que, infelizmente, não deram a relevância que foi dada no caso de Alcochete quando, apesar das supostas dimensões dos Clubes, os seres humanos são todos iguais. É também de louvar a atitude destes treinadores, atletas e staff que se mantiveram em treino na sua academia, em actividade e não apresentaram qualquer rescisão", diz o Sporting no comunicado publicado no Facebook.
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