Um árbitro que foi ator e agora vende roupa interior

Argentino Néstor Pitana dirige jogo com Estados Unidos.

21 de junho de 2014 às 12:07
Árbitro argentino Néstor Pitana Foto: EPA/JOSE COELHO
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Néstor Pitana. É este o nome do argentino de 39 anos que amanhã estará com o apito no jogo entre Portugal e os Estados Unidos. Já dirigiu neste Mundial o Rússia-Coreia do Sul (1-1), referente à 1ª jornada do Grupo H.

Pitana desenvolveu desde muito jovem o gosto pelo desporto, mas tem uma outra paixão: a representação. O ponto mais alto da sua vida artística foi a participação, com um papel menor, num filme chamado ‘A Fúria', passado numa prisão. O agora árbitro fazia o papel de guarda prisional.

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"Houve um ‘casting' em Posadas, a minha terra natal, pois foi lá que se realizou o filme. Tinha 22 anos. Escolheram-me para ser guarda prisional. E tive o prazer de contracenar com Diego Torres [famoso cantor e ator argentino]", recordou, numa entrevista publicada num site do seu país. A vida de Néstor Pitana,

de resto, dava um filme, de tão diversificada. Jogou futebol nos tempos de juventude, mas, como cresceu muito (mede 1,92), seguiu para o basquetebol. Hoje, na sua vida profissional, é professor de Educação Física e empresário por conta própria, num negócio de venda de roupa. Além de árbitro, claro.

Ganhou insígnias da FIFA em 2010 e, desde então, dirigiu 22 jogos internacionais. Disciplinador, leva com facilidade a mão ao bolso para mostrar cartões.

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