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Correio da Manhã

Desporto
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Adeus a um gigante do andebol: Alfredo Quintana morre aos 32 anos

Mundo chora a partida do luso-cubano. Atleta de elite e pai babado da pequena Alícia, partiu como um homem grande em todas as dimensões.
Sérgio Pereira Cardoso 27 de Fevereiro de 2021 às 08:52
Alfredo Quintana marcou o andebol português na última década
Alfredo Quintana
Quintana com a mulher e a filha
Guardião excecional do FC Porto
Arte na baliza da seleção nacional
Alfredo Quintana marcou o andebol português na última década
Alfredo Quintana
Quintana com a mulher e a filha
Guardião excecional do FC Porto
Arte na baliza da seleção nacional
Alfredo Quintana marcou o andebol português na última década
Alfredo Quintana
Quintana com a mulher e a filha
Guardião excecional do FC Porto
Arte na baliza da seleção nacional
Alfredo Quintana Bravo. O homem partiu, o nome fica para sempre. O rei das balizas de andebol do FC Porto e da Seleção morreu aos 32 anos (20/03/1988), às 12h00 de ontem, no Hospital de São João, depois de ter sofrido uma paragem cardíaca na segunda-feira, no Dragão Arena. O Mundo chora no adeus ao atleta de elite e a um bom gigante.

“A humildade e a extroversão, a simpatia e o respeito. Um homem grande em todas as dimensões”, escreveu o FC Porto, que retirou o número 1 das camisolas da modalidade. As cerimónias fúnebres deverão ter lugar na segunda-feira, incluindo uma passagem pelo pavilhão que uma petição lançada online pede que se passe a chamar Arena Alfredo Quintana.

O luso-cubano chegou ao FC Porto em 2011, ganhou seis campeonatos, uma Taça de Portugal e duas Supertaças. Em 2014, quando recebeu o Dragão de Ouro para Atleta de Alta Competição, passou a representar a seleção nacional com a sua inesgotável paixão.

Já o amor, esse, era a família. Ao lado da mulher, Raquel Ferreira, e pai babado da pequena Alícia, de quase dois anos, parecia não conhecer o sentimento de tristeza que agora provoca ao partir tão cedo. Quintana, Bravo para sempre. 

Mensagens
Jorge Nuno Pinto da Costa
“Ficará para sempre no coração de todos os que lutaram, dia a dia, juntamente com ele para que o clube que ele amava, o FC Porto, fosse cada vez maior”, disse Pinto da Costa, presidente dos dragões, que não conseguiu esconder a emoção.

Marcelo Rebelo de Sousa
“O andebol e o desporto ficam mais pobres com esta partida precoce que a todos consterna. À família, ao FC Porto e à Federação de Andebol, as mais sentidas condolências”, escreveu o Presidente da República.

Sporting e Benfica
“Ficam o seu exemplo e espírito desportivos, que permanecerão como referências”, referiu o Benfica. “O desporto fica mais pobre. Até sempre, Alfredo Quintana”, sublinhou o Sporting.

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