ANDEBOL: CROÁCIA CAMPEÃ DO MUNDO

A Croácia venceu a Alemanha (34-31) na final do Campeonato do Mundo de Andebol 2003, em Portugal, realizado no Pavilhão Atlântico em Lisboa. A selecção croata surpreendeu a favorita Alemanha, conquistando primeiro título mundial da sua história.
02.02.03
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O público, que acorreu em grande número ao jogo da final, enchendo o Pavilhão Atlântico, foi brindado com andebol do mais alto nível, com jogadas espectaculares de parte a parte e duas equipas dispostas a dar tudo pelo título.

O equilíbrio era a nota dominante, mas a Croácia beneficiou de grandes defesas do guardião Sola para manter um leve ascendente, que os alemães procuravam a todo o custo conter. Ao intervalo, os croatas venciam por 20-18.

Na segunda parte, a tendência manteve-se, embora a Alemanha tenha por duas vezes ameaçado a reviravolta: primeiro, ao virar para 23-24 a seu favor, e ao igualar a 29 depois de ter estado a perder por quatro golos. Baur e Kehrmann eram os grandes intérpretes da fúria alemã.

Mas a Croácia nunca se deixou intimidar e encontrou sempre soluções para manter o controlo sobre os acontecimentos. Jovic e Lackovic brilharam na segunda parte, ao lado de Dzomba, o melhor marcador do encontro, com oito golos. Mas o grande herói da equipa dos Balcãs estava na baliza: Sola, autor de defesas espectaculares. O andebol da Croácia conquistou o público no Pavilhão Atlântico e o primeiro título mundial de andebol da história daquele país.

FRANÇA VENCE ESPANHA E CONQUISTA BRONZE

A selecção francesa bateu a Espanha, por 27-22, na luta pelo terceiro lugar do Mundial 2003.

Na primeira parte, os franceses controlaram as operações, trataram de concretizar as primeiras oportunidades, com Narcisse em destaque, e foram aos poucos aumentando a vantagem. Cazal e Abati também criaram grandes problemas para a defensiva espanhola.

Os espanhóis tentavam responder, com Dujshebaev e Ortega a assumirem protagonismo, mas a França defendia com grande segurança e, ao intervalo, a vantagem francesa era de cinco golos (11-16).

A segunda metade trouxe uma Espanha com vontade de recuperar, mais concentrada na rectaguarda e com um guarda-redes Hombreros a fazer defesas impossíveis. A muralha defensiva francesa continuava contudo a ser um grande obstáculo.

Mas a formação francesa não se deixou intimidar e logo voltou a tomar conta do jogo, repondo uma vantagem confortável no marcador, que terminou fixado em 22-27.

A França conquistou assim o bronze na prova, deixando a Espanha em quarto lugar.

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