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Correio da Manhã

Desporto
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ARTE DE CONTRA-ATACAR

A U. Leiria venceu ontem o Nacional, no Funchal, por 2-0, ensaiando da melhor forma o seu arranque na Taça UEFA, quarta-feira, frente ao Molde. Os lerienses apresentaram-se na Madeira com o claro intuito de disputar os três pontos, com Vítor Pontes a não abdicar dos seus três homens mais ofensivos, Maciel, Douala e Ludemar, que, diga-se, não defendiam.
22 de Setembro de 2003 às 00:00
Por outro lado, os alvi-negros sentiram grandes dificuldades na parte inicial do desafio para lidar com o atrevimento dos visitantes. Foram muitos os passes falhados dos madeirenses, que os homens da cidade Lis não souberam dar o devido seguimento. No entanto, coube ao Nacional a primeira grande oportunidade do encontro, com Patacas, de livre, a rematar ao travessão. Na resposta, João Paulo colocou a U. Leiria em vantagem. Estavam decorridos 26 minutos, quando o central leiriense respondeu de cabeça a um canto, inaugurando o marcador.
Já na segunda parte, Casemiro Mior tentou dar força ao seu meio--campo, com a entrada de Ávalos, enquanto que Vítor Pontes prescindiu de uma unidade de ataque (Ludemar), numa clara tentativa de dar o controle do jogo ao adversário, apostando cada vez mais em rápidos contra-ataques. Dito e feito. Vítor Pontes ganhou claramente na luta entre os bancos e foi a sua equipa quem dispôs dos melhores lances de golo e foi com naturalidade que Laranjeiro carimbou, já perto do fim, o resultado da partida, através de uma bonita iniciativa individual.
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