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Correio da Manhã

Desporto
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BOAVISTA NÃO VAI BAIXAR OS BRAÇOS

O capitão Erwin Sanchez tranquiliza os adeptos do Boavista, garantindo que os axadrezados vão "dar tudo por tudo” para ultrapassar a eliminatória da Taça UEFA, com os cipriotas do Anorthosis Famagusta, num jogo arbitrado pelo russo Iouri Baskakov.
11 de Novembro de 2002 às 00:06
O médio não esconde a tristeza que invadiu a equipa na sequência do último empate consentido no Bessa diante do Moreirense, mas acredita numa resposta positiva na próxima quinta-feira em Chipre. “Andamos tristes, pois trabalhámos muito, se calhar, não da forma correcta. O descontentamento dos adeptos é normal e acontece em muitos estádios do País. Mas o Boavista continua na luta e não vai baixar os braços”, assume o boliviano.

Os axadrezados levam para Chipre uma magra vantagem na eliminatória - venceram por 2-1 na primeira ‘mão’ -, pelo que, neste reencontro com o Anorthosis Famagusta, a equipa de Jaime Pacheco terá, pelo menos, que não sofrer golos para garantir a continuidade na prova. Sanchez acredita que o Boavista não vai deixar de estar presente na terceira ronda da competição: “Temos que dar tudo e mais alguma coisa para passar a eliminatória, apesar destes jogos a eliminar serem sempre de desconfiar”.

MARTELINHO EM DÚVIDA

Do empate a zero registado frente ao Moreirense sobrou mais um caso clínico no Bessa.
Martelinho sofreu uma mialgia dos músculos adutores e dificilmente recuperará para a viagem a Chipre, da qual estão desde já afastados os brasileiros Duda e Goulart, que recuperam de uma fractura do quinto dedo do pé esquerdo e de um estiramento do ligamento lateral interno do joelho esquerdo, respectivamente.
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