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Correio da Manhã

Desporto
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BOAVISTÃO DE OURO MERECEU SER FELIZ

O Boavista conseguiu ontem um feito histórico ao eliminar o Málaga, na 2.ª ‘mão’ dos quartos-de-final da Taça UEFA, na marcação de grande-penalidades, juntando-se assim ao FC Porto nas meias-finais da prova. Goulart marcou o penálti decisivo.
21 de Março de 2003 às 00:00
Um golo de Luiz Cláudio já perto do final do tempo regulamentar levou a eliminatória para prolongamento mas foi preciso recorrer à lotaria dos penáltis para que o Boavista avançasse para a fase seguinte.

Razão tinha Jaime Pacheco quando sugeriu que esta partida iria exigir bastante paciência. Com um golo de vantagem trazido da 1ª ‘mão’, os espanhóis apostaram num jogo demasiado defensivo, recorrendo ao contra-ataque cirúrgico. Não foi por isso de estranhar que o Málaga apenas por uma vez na primeira parte tivesse surgido com perigo junto à baliza do Boavista. Antes já a equipa da casa desperdiçara algumas oportunidades flagrantes para chegar ao golo, o que de resto foi uma constante no jogo. Duda e Luiz Cláudio - lançado por Pacheco para apoiar Silva no ataque –, falharam situações flagrantes.

Na segunda parte, o domínio boavisteiro continuou e só faltava o necessário discernimento para meter a bola na baliza. E foi já em cima do minuto 83’ que Luiz Cláudio, na marcação de um livre directo, apontou o golo que levou a eliminatória para prolongamento. Nessa fase, o sinal mais foi do Boavista, que aos 106’ fez mesmo a bola entrar na baliza, mas o juiz, escandalosamente, não sancionou o golo. Injustiça corrigida no fim.
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