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Correio da Manhã

Desporto

Bruno de Carvalho vai processar Luís Filipe Vieira

Em causa as declarações do presidente do Benfica, após o dérbi do último sábado.
Pedro Neves de Sousa 26 de Abril de 2017 às 14:05
Presidente do Sporting, Bruno de Carvalho
Presidente do Sporting, Bruno de Carvalho
Luís Filipe Vieira
Presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira
Presidente do Sporting, Bruno de Carvalho
Presidente do Sporting, Bruno de Carvalho
Luís Filipe Vieira
Presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira
Presidente do Sporting, Bruno de Carvalho
Presidente do Sporting, Bruno de Carvalho
Luís Filipe Vieira
Presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira

O presidente leonino revelou a decisão de processar o líder do Benfica à saída da Cidade do Futebol, onde esteve reunido com Fernando Gomes, presidente da Federação Portuguesa de Futebol e Pedro Proença, presidente da Liga de Clubes.

Bruno de Carvalho afirmou aos jornalistas que vai processar Luís Filipe Vieira pelas declarações feitas pelo presidente do Benfica, depois do dérbi do último sábado.

Vieira comparou Bruno de Carvalho a Vale Azevedo e o presidente do Sporting  respondeu esta manhã. "Não podemos confundir muitas vezes o que são as intervenções dos presidentes, não se pode confundir rivalidades com ódios. E os ódios não vêm de se falar, de haver troca de palavras dos presidentes. Não é isso que eleva os índices do ódio, não é isso que leva os adeptos a irem para a rua e a terem determinado tipo de atitudes. O que leva os níveis de ódios são as tarjas a gozar com pessoas que foram mortas, as tentativas de homicídios de atirar petardos e cadeiras para cima das pessoas, são os cânticos constantes e alusivos a essas mortes e o facto de não se fazer nada". 

Bruno de Carvalho apresentou esta manhã a Fernando Gomes,  presidente da FPF e Pedro Proença, líder da Liga, algumas propostas para o futebol português. O CM sabe que em cima da mesa estiveram temas como:  arbitragem; a violência no futebol, o videoárbitro e  castigos mais leves para os dirigentes, a partir da próxima época. O CM sabe que a Federação Portuguesa de Futebol quer o contrário, ou seja, castigos mais pesados para os dirigentes.  

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