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Correio da Manhã

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Caixa retida dá processo

O Tribunal de Instrução Criminal de Coimbra abriu a instrução do processo em que José Eduardo Simões, presidente da Académica, e Luís Godinho, vice-presidente, acusam o presidente da TBZ de difamação, na sequência de uma queixa por furto qualificado de 300 mil euros.

14 de Dezembro de 2011 às 01:00
José Eduardo Simões (presidente) e Luís Godinho (vice) são os dirigentes visados pela empresa TBZ
José Eduardo Simões (presidente) e Luís Godinho (vice) são os dirigentes visados pela empresa TBZ FOTO: direitos reservados

A abertura de instrução foi requerida pelos responsáveis da empresa de licenciamento desportivo, que juntaram novos elementos ao processo, arquivado numa primeira fase. Cabe agora ao TIC avaliar os novos elementos (documentação e testemunhas) e decidir se pronuncia o visado ou arquiva o processo.

"Congratulo-me com a decisão. Sempre confiei na justiça e não me conformei com o arquivamento prematuro. Estou confiante de que daqui vai sair um processo que tenha efeitos práticos", referiu ao ontem ao CM João Barroqueiro, ex-presidente da TBZ.

O caso remonta a Novembro 2008, véspera do jogo Académica-Benfica. A TBZ acusa os dirigentes da Briosa de se terem apoderado da caixa da bilheteira. Isto uma semana após ter sido pedida a insolvência da empresa. Recorde--se que José Eduardo Simões, em Março, foi condenado com pena suspensa num outro processo que está em recurso num tribunal superior. O CM tentou ontem contactar os responsáveis da Académica, sem sucesso.

COIMBRA CAIXA TRIBUNAL ACADÉMICA
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