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Correio da Manhã

Desporto
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Champions: Real(mente) Português

O Real Madrid é a equipa mais portuguesa da Liga dos Campeões, com quatro jogadores entre os titulares (Ricardo Carvalho, Pepe, Fábio Coentrão e Cristiano Ronaldo). Depois surgem o Chelsea (Bosingwa e Raul Meireles) e o Zenit Sampetersburgo (Bruno Alves e Danny), com dois. Só depois aparecem FC Porto (João Moutinho) e Benfica (Ruben Amorim).
17 de Setembro de 2011 às 00:00
Cristiano Ronaldo (Real Madrid) e Tonel (D. Zagreb), dois portugueses em duelo na Liga dos Campeões
Cristiano Ronaldo (Real Madrid) e Tonel (D. Zagreb), dois portugueses em duelo na Liga dos Campeões FOTO: Antonio Bat /Epa

A primeira jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões ficou marcada pela utilização pelas duas equipas portuguesas (FC Porto e Benfica) de apenas um jogador nascido em território nacional. O mesmo, por exemplo, que o Dínamo de Zagreb (Tonel), que perdeu com o Real Madrid (0-1).

Os regulamentos da UEFA são rigorosos, obrigando a um número mínimo de quatro jogadores formados no clube e quatro formados no país, para um plantel de 25 atletas. Quem não cumprir só pode inscrever 17. Na liga portuguesa são precisos oito jogadores formados localmente (os clubes optam por juniores).

Há 42 futebolistas portugueses inscritos na Liga dos Campeões (22 alinham em clubes estrangeiros), com o Benfica a apresentar 14 (seis na lista B). No jogo com o ‘Manchester’, apresentou apenas dois jogadores nos 18 convocados: Ruben Amorim (actuou de início, mas saiu aos 56’) e Eduardo, que ficou no banco. O Man. United apresentou o mesmo número de portugueses a titular (Nani).

O FC Porto igualou o Benfica (João Moutinho a titular e Varela no banco), que incluiu nas listas da Champions os vice-campeões do Mundo sub-20 (Mika, Luís Martins, Nélson Oliveira e David Simão) apenas para contornar os regulamentos.

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