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Correio da Manhã

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Contas do Boavista e da Liga investigadas pela Judiciária

O Boavista, a Liga de Clubes, João Gomes Oliveira (ex-presidente do Sporting de Braga) e Aprígio Santos (presidente da Naval 1.º de Maio, da Figueira da Foz), têm vindo a ser alvo de investigações por parte da Polícia Judiciária, no âmbito do processo ‘Apito Dourado’.
16 de Dezembro de 2004 às 00:00
O Boavista reagiu em comunicado e diz-se tranquilo
O Boavista reagiu em comunicado e diz-se tranquilo FOTO: d.r.
Os agentes envolvidos na investigação, após buscas efectuadas na sede do Banco Português de Negócios (onde terá sido apreendida documentação relativa a contas da Liga, Boavista e dos citados dirigentes), têm centrado esforços no sentido de perceber as ligações que eventualmente existem entre todas estas entidades.
Segundo referem fontes policiais, o ponto comum da investigação centra-se nos negócios da venda de terrenos do Boavista a João Gomes Oliveira (um dos empreiteiros da edificação do complexo Bessa XXI) e Aprígio Santos, entre outros.
O Boavista sempre refutou ilegalidades (ontem voltou a reagir, em comunicado, onde a Direcção garante estar tranquila) e Valentim Loureiro, presidente da Liga (suspenso de actividade) e um dos arguidos do processo, também já assegurou a licitude de todos os negócios.
Loureiro invocou até uma assinatura num contrato de venda com Joaquim Camilo (empresário de Vila do Conde), de Tavares Rijo, presidente-adjunto do Boavista e inspector-chefe da PJ, como aval de transparência.
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