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Correio da Manhã

Desporto
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Empate é castigo justo para ambos

Nacional e Sporting de Braga igualaram ontem num embate muito pobre em termos técnicos e emocionais. A primeira metade foi muito equilibrada, sem grandes momentos de espectáculo, apesar do intenso ritmo a que foi jogada. Os visitantes foram a equipa que mais ocasiões de perigo criaram, mas a falta de qualidade no último terço do terreno foi por de mais evidente.
14 de Janeiro de 2007 às 00:00
Ambos os conjuntos actuaram num simples 4x3x3, mas a ausência do denominado pautador criou imensas dificuldades aos atacantes. Contudo, no último minuto, Luís Filipe surgiu isolado perante Diego, mas apesar de contar com o precioso apoio de Zé Carlos, foi egoísta e atirou o esférico contra o corpo do guarda-redes suíço.
Na etapa complementar, o figurino do desafio não se alterou, agravando-se ainda mais a qualidade do mesmo, face à completa inexistência de oportunidades para fazer o marcador funcionar. Um ou dois lances de relativo perigo foram os ingredientes proporcionados a todos aqueles que se deslocaram à Choupana e que mereciam assistir a um confronto com outras proporções e condimentos.
Enfim, um jogo muito fraco e que finalizou com momentos de alguma virilidade. João Ferreira fez um trabalho aceitável.
FICHA DO JOGO
Local: Estádio da Choupana, na Madeira ( 1800 espectadores)
Árbitro: João Ferreira (Setúbal)
NACIONAL: Diego Benaglio; Patacas, Ricardo Fernandes, Ávalos e Alonso; Chainho, Bruno (Rogerinho 76m) e Bruno Amaro; Zé Vitor (Rodrigo 46m), Cássio e Pateiro (Zé Rui 83m).
Treinador: Carlos Brito.
SP. BRAGA:Paulo Santos; Luís Filipe, Paulo Jorge, Nem e Paíto; Ricardo Chaves; Vandinho, Frechaut, Cesinha (Davide 89m) e Wender (B. Gama 81m); Zé Carlos.
Treinador: Rogério Gonçalves
Marcador: 0-0
Acção disciplinar: Amarelos: Luís Filipe (51m), R. Chaves (72m), Frechaut (75m)
Melhor jogador: Zé Carlos
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