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Correio da Manhã

Desporto
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Equipa está mais fragilizada

Nandinho, lateral esquerdo do Vitória de Setúbal, considera que a saída de jogadores influentes – como Hugo Alcântara, Sandro, Manuel José, Jorginho e Meyong – debilitou a equipa.
25 de Julho de 2005 às 00:00
“Em termos de valores individuais a equipa perdeu um pouco, está mais fragilizada. Temos que nos abstrair disso e contar apenas com os jogadores que cá temos. No entanto, os jogadores que vieram têm qualidade e só quando começarem a competir poderemos avaliar melhor as diferenças”, analisou o atleta de 29 anos, que é um dos poucos titulares da temporada transacta que permanece no clube.
Em relação à forma como está a decorrer a pré-época e quanto aos métodos de trabalho de Luís Norton de Matos, o defesa não poupa nos elogios. “Os métodos de trabalho do ‘mister’ são totalmente diferentes dos treinadores do ano passado. São mais modernos, variados e a bola está sempre presente e isso agrada-nos. Além disso, apesar das várias línguas que se falam no plantel, o espírito de grupo é muito bom”, disse.
A concorrência que vai ter no lado esquerdo com o brasileiro Adalto não tira o sono a Nandinho, antes pelo contrário. “É bom haver rivalidade nas diferentes posições porque os jogadores têm que trabalhar ainda mais. A decisão cabe ao treinador e não estou minimamente preocupado com isso”, afirmou o jogador.
Entretanto, os sadinos continuam a aguardar, nas próximas horas, a chegada do internacional senegalês Madior Ndiaye. O lateral-direito continua a enfrentar problemas burocráticos para deixar o seu país.
Depois da folga de ontem, os sadinos regressam hoje (17h00) ao trabalho.
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