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Correio da Manhã

Desporto
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Espanha com bola e pouca arte

‘Roja’ teve muita posse mas pouca inspiração ofensiva. Só marcou aos 84’, no segundo remate enquadrado com baliza de todo o jogo.
Sérgio A. Vitorino 10 de Junho de 2018 às 09:15
Jogadores espanhóis celebram o 1-0. Foi o último jogo de preparação antes do duelo com Portugal na sexta-feira
A seleção de Espanha partiu esta quinta-feira para a Rússia, após visita de Felipe VI. O objetivo é a conquista do título
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A Espanha de meio-campo reforçado e preguiçosa que começou este sábado o jogo contra a Tunísia, dava bem jeito a Portugal na sexta-feira. Mas a que se durou até aos 84’ - quando ao seu 2º remate enquadrado à baliza de todo o jogo fez o 1-0 final - também serve. A ‘roja’ teve muita bola, pouca arte e artilharia quase nula, não fosse o golo de Iago Aspas.

Na primeira parte, a baixa intensidade de Espanha e a pressão alta tunisina resultaram em maior número de ocasiões de perigo para os magrebinos, que perdoaram um golo feito aos 34’, na cara de De Gea. A equipa de Julen Lopetegui entrou com um onze conservador: Busquets e Thiago num meio-campo reforçado, talvez já a testar com respeito a Portugal.

Iniesta, Silva e Isco, a servir o nº 9 Rodrigo, não conseguiram iludir a teia da Tunísia, que aproveitou algumas das mais de 130 perdas de bola espanholas para perigosos contra-ataques. O intervalo chegou com 71% de posse de bola e 380 passes para Espanha. E zero perigo na área da Tunísia.

Ao intervalo entraram Nacho (saiu Odriozola), Koke (Thiago) e Lucas (Isco). Aos 60’ Diego Costa (Rodrigo) e Asensio (Silva). E aos 75’ Aspas (Alba).

Tanta mudança resultou no 1º remate enquadrado com a baliza da Tunísia, sem perigo, aos 64’. E o 2º e último, aos 84’, deu no único golo, que maquilhou a má exibição de Espanha.
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