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Correio da Manhã

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“Espero não ficar pelos 13”

Desde o Verão de 2003 até ao início de 2008 que Roger Federer vinha actuando a um nível transcendental para os seus pares do circuito profissional masculino – batendo múltiplos recordes pelo meio e somando 12 títulos do Grand Slam.
10 de Setembro de 2008 às 00:30
Federer regressou aos triunfos em Grand Slam e promete relançar a carreira rumo ao primeiro lugar do ranking
Federer regressou aos triunfos em Grand Slam e promete relançar a carreira rumo ao primeiro lugar do ranking FOTO: Shannon Stapleton / Reuters

É verdade que o suíço descia à terra quando tinha de defrontar o arqui-rival Rafael Nadal em terra batida, mas manteve quase sempre uma cintilante auréola de invencibilidade… até este ano.

E é por isso que a conquista do seu 13º troféu do Grand Slam na segunda-feira à noite, em Flushing Meadows, pode ter sido a mais importante do seu rico palmarés. Federer começou a temporada com mononucleose, viu ser-lhe negado um sexto título consecutivo em Wimbledon, teve de abandonar o topo do ranking após 237 semanas consecutivas e perdeu a tal auréola de invencibilidade – mas soube ultrapassar a sua crise de confiança para redimir-se graças a um quinto título consecutivo no US Open.

"Espero não ficar pelos 13", confessou o suíço – que passa a ficar a apenas um título do Grand Slam de distância do recordista Pete Sampras. No entanto, mesmo que não iguale ou ultrapasse o americano, Andy Murray não teve dúvidas após o desaire na final por 6-2, 7-5 e 6-2: "Ele já é o melhor tenista de sempre; joga muito melhor na terra batida do que o Sampras."

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