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Correio da Manhã

Desporto
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FC Porto: Fazer os mínimos e ganhar o máximo

Dragões estiveram muito longe de deslumbrar, mas golo de Lucho permitiu aos campeões nacionais amealhar o primeiro milhão de euros na prova
19 de Setembro de 2013 às 01:00
Lucho marcou o golo que deu a vitória aos dragões
Lucho marcou o golo que deu a vitória aos dragões FOTO: Luís Vieira

Um golo de Lucho González (55’), no seguimento de excelente jogada de envolvimento com Danilo pela direita, permitiu ao FC Porto entrar com o pé direito na Liga dos Campeões.

Foi um dragão de serviços mínimos, mas capaz de assegurar o máximo (três pontos e um milhão de euros, o prémio de vitória na Champions).

No país da valsa, o FC Porto andou com o passo trocado na dança, pelo menos na primeira parte. Futebol extremamente lento, denunciado, sem progressão e sem momentos de rutura para a defesa contrária.

A produção ofensiva portista resumiu-se a um remate desenquadrado de Jackson, ao lado. O Austria de Viena jogou sempre na expectativa, entregou a iniciativa aos dragões e tentou explorar o contra-ataque, também sem grande sucesso. O jogo estava demasiado morno.

A temperatura aqueceu na etapa complementar, muito devido a uma atitude diferente do FC Porto, mais dinâmico e aguerrido (Licá, Josué e Varela deram-se mais ao jogo, Izmailov e Herrera entraram bem). O golo de Lucho (já tinha marcado na estreia da Champions no ano passado no terreno do Dínamo de Zagreb) deu expressão a um jogo mais afirmativo dos dragões, que no entanto encontraram forte resistência dos austríacos. A equipa de Viena reagiu quase de imediato e Hosiner cabeceou ao poste. Houve alguns sobressaltos para o FC Porto, que no entanto ligou melhor o jogo no segundo tempo e assegurou o essencial. Sem brilho, mas com competência.

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