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Correio da Manhã

Desporto

FESTAS E IGUARIAS NA TORRE

São 22 quilómetros entre a Covilhã e a Torre que se enchem de boa disposição, alegria, cor e muita animação. Todos querem participar na festa e, como tal, a romaria na Serra da Estrela começa bem cedo, já para não dizer no dia anterior.
11 de Agosto de 2003 às 02:06
Os amantes da modalidade não perdem uma subida à Torre
Os amantes da modalidade não perdem uma subida à Torre FOTO: Tiago Pettinga/Lusa
A escolha do local para ver os ciclistas passar é fundamental, sendo estudado ao mais pequeno pormenor. O requisito máximo é a existência de uma sombra, já que o calor não perdoa ninguém. Os mais soalheiros aproveitam mesmo os raios solares para ganharem algum bronze, enquanto outros aproveitam para dormir uma valente soneca antes da chegada da caravana.
O dia começa bem cedo e nada é esquecido. Desde o chapéu de sol, o farto farnel, a música, e até mesmo os baldes de tinta, para apoiar no alcatrão os ciclistas predilectos – “Gamito Super Campeão” era a mensagem mais lida.
Ontem, a família do ciclismo reuniu-se na Torre. Três amigos, ligados ao Clube de Torres Vedras, foram à Torre para verem os seus heróis. Este trio, apesar de reconhecer o poderio da Maia, torcia pela vitória de Gamito.
Mesmo junto à Torre encontrámos a família Pires, composta por sete elementos. Chegaram ao local predilecto às oito da manhã e assentaram arraiais. Bem protegidos por um toldo improvisado, este clã explicou ao CM o que compunha o almoço: frango assado, xerovias, batata frita, rissóis, melão para sobremesa, cerveja e vinho da região. A festa estava feita e os ciclistas fizeram o resto.
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