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Correio da Manhã

Desporto
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FLAVIENSES NÃO PARAM

Depois do Beira-Mar, ontem foi a vez do Nacional da Madeira sucumbir na Taça de Portugal perante o Desportivo de Chaves. Dois golos apontados nos últimos 10 minutos, por João e Riça II, determinaram que seriam os flavienses a seguir em frente na competição.
19 de Dezembro de 2002 às 00:23
Num jogo pobre tecnicamente – o relvado não permitia grandes veleidades aos jogadores –, o Nacional entrou melhor, com os seus jogadores estendidos a toda a largura do terreno, enquanto a formação local optava por responder através de contra-ataques venenosos, sempre com muito perigo. Os flavienses Isidro e Luís Cláudio tiveram dois excelentes ensejos para inaugurar o marcador, isto já depois de Adriano (16') ter desperdiçado uma grande penalidade para o Nacional, permitindo a defesa ao guarda-redes Carou.

Com o passar dos minutos, os transmontanos acertaram nas marcações e passaram a jogar de igual para igual, mas as ocasiões de golo rareavam. De forma natural, o empate ao intervalo espelhava a produção das duas equipas.

Na etapa complementar, os jogadores madeirenses voltaram a entrar melhor no encontro e poderiam ter aberto o activo por Adriano (50'), que ganhou vantagem aos centrais da “casa”, rematou forte, mas o guarda--redes Carou correspondeu com uma grande defesa para canto.

Já na ponta final do encontro, Isidro, aos 80 minutos, ganhou um ressalto a meio-campo, meteu na área do Nacional, onde João evitou os centrais e rematou com o pé esquerdo. Carrapato ainda defendeu, mas a bola, lentamente, encaminhou-se para o fundo das redes. Marcos Cláudio (83'), na melhor jogada do jogo, atirou à barra, num chapéu ao guardião insular.

Riça II, a mais de 30 metros da baliza do Nacional, aos 89', com um remate muito forte, fez o 2-0 para delírio dos transmontanos.
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