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Correio da Manhã

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Futebol usado para potenciar causas sociais

O secretário de Estado da Solidariedade e da Segurança Social revelou esta terça-feira que o Governo quer aproveitar o "espaço de comunicação extraordinário que é futebol" para potenciar em 2013 novas causas e iniciativas sociais.
27 de Novembro de 2012 às 18:14
Marco António Costa destacou futebol como "espaço de comunicação extraordinário"
Marco António Costa destacou futebol como 'espaço de comunicação extraordinário' FOTO: Bruno Simão/Jornal de Nehócios

À margem do II Fórum "Responsabilidade Social do Futebol Profissional", que decorreu em Lisboa sob a égide da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) e da Associação Europeia de Ligas Profissionais de Futebol (EPFL), Marco António Costa revelou que o Governo agendou para Dezembro uma reunião com o organismo que rege o futebol profissional luso com o objectivo de acertar uma "agenda conjunta" para o próximo ano.

"O futebol profissional é um grande veículo de transmissão de mensagens e um espaço de comunicação extraordinário. Estou convicto em conseguir para 2013 uma agenda conjunta entre a Liga e o Ministério da Segurança Social e assim podemos potenciar em conjunto iniciativas muito importantes no plano social e que sejam difundidas de uma forma ampla e sempre mais cativantes", afirmou o secretário de Estado.

Embora sem querer adiantar concretamente o que o governo tem planeado para essa agenda conjunta, Marco António Costa defendeu que, com o futebol, as causas sociais ganharão maior dimensão e uma maior atractividade, ainda mais com presença dos desportistas.

"Não tem havido casamento de agendas que permita potenciar o trabalho de cada um. Temos a nossa preparada para mobilizar este sector tão importante que arrasta tantas multidões e envolve tantas paixões", frisou o secretário de Estado da Solidariedade e da Segurança Social.

Questionado sobre as palavras do presidente da LPFP, Mário Figueiredo, que, no mesmo evento, alertou para uma "descriminação negativa" no futebol português, devido aos 23 por cento de IVA nos ingressos para os jogos, Marco António Costa preferiu não comentar.

"Não vou falar sobre matérias fiscais. Estou aqui para falar de matérias sociais", concluiu.

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