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Correio da Manhã

Desporto
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Já me tinham dito que Simão seria absolvido

José Couceiro não está surpreendido pelo facto de o processo sumaríssimo a Simão Sabrosa ter sido arquivado, tanto mais que já antevia tal desfecho: “Já me tinham dito que isso ia acontecer assim”, denunciou o técnico do FC Porto, habituado que está a conviver com este tipo de situações. “Jogou ou vai jogar?
10 de Março de 2005 às 00:00
Óptimo! Que não haja mais processos sumaríssimos e mantenham um critério coerente e uniforme e que todos os especialistas de biomecânica criem um bom clima no futebol”, desabafou Couceiro quando ontem abordou o jogo de sexta-feira com o Nacional.
“Não se faça um drama”, atirou Couceiro, justificando que “montar uma estrutura ofensiva é mais difícil do que montar uma estrutura defensiva. Isso reflecte-se nas dificuldades nos jogos em casa”. Ontem, os portistas treinaram no estádio – “é importante os jogadores jovens e novos terem referências” – e o técnico deixou claro que a equipa “tem condições para ser campeã”.
Face às constantes lesões e castigos, Couceiro não pede “exibições fantásticas” e volta a sublinhar que os ‘dragões’ “dependem só de si. FC Porto e Sporting dependem de si, mas é improvável que o Sporting nos goleie...”, esclarecendo que são cinco os candidatos ao título: “FC Porto, Benfica, Sporting, Braga e Boavista”.
Partindo deste raciocínio, Couceiro sustenta que o FC Porto pode ganhar “todos os jogos por 1-0 e é campeão e o Benfica pode ganhar todos os jogos por 5-0 e não é campeão...”
Para o jogo com o Nacional, McCarthy está castigado – “Fabiano e Postiga também estão fortes” –, enquanto Ibson e Maniche poderão ser opção para Couceiro.
JORGE COSTA PUBLICA BIOGRAFIA EM JUNHO
Jorge Costa, o capitão do FC Porto, já aderiu à moda da escrita de livros e vai publicar em Junho a sua autobiografia, em que se espera que conte toda a sua longa carreira como futebolista, que tem tido grandes êxitos e momentos também menos bons.
O livro vai ser editado pela Prime Books, que tem já uma longa experiência destas aventuras depois dos livros de José Mourinho (recentemente editado em Inglaterra também), Deco, Jardel e Laszlo Bölöni, mas também sobre os estádios da Luz e das Antas, todos eles grandes êxitos de venda.
Ainda não foi anunciado o título que vai ter o livro, nem sequer foi ainda possível saber quem será o ‘ghost-writer’, normalmente um jornalista que ajuda o jogador a assentar as ideias e a passá-las para o papel, um trabalho que exige uma disponibilidade de tempo que o capitão do FC Porto não tem. O homem que herdou de João Pinto a mítica camisola n.º2 do clube de Pinto da Costa tem muitas histórias para contar, desde as conversas com treinadores e com Pinto da Costa, até aos grandes êxitos que conquistou, ganhando campeonatos, taças, a Taça UEFA e a Liga dos Campeões.
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