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Correio da Manhã

Desporto

Justiça quase no fim

Um golo a abrir, outro a fechar e uma igualdade justa: a súmula do embate entre o Armacenenses e o Esperança de Lagos, que teve alguma qualidade na fase inicial, mas que depois valeu pelo espírito de luta e combatividade das duas equipas.
7 de Abril de 2008 às 00:30
Noel (Esperança de Lagos) e Paco (Armacenenses) disputam a posse da bola num lance a meio-campo
Noel (Esperança de Lagos) e Paco (Armacenenses) disputam a posse da bola num lance a meio-campo FOTO: Nuno Eugénio

A um livre de Marco opôs-se Palminha com uma defesa incompleta e Pedro Alexandre, oportuno, colocou o Esperança de Lagos em vantagem bem cedo. Os locais reagiram e, durante uma vintena de minutos, assistiu-se a uma disputa interessante, com a bola a circular junto ao pelado e as duas equipas a desenharem movimentações interessantes, embora sem criarem perigo.

O Armacenenses viria, à custa de um maior nervo, a assumir o comando da partida, que gradualmente foi perdendo qualidade para ganhar outros ingredientes, como combatividade e espírito de luta. O domínio territorial da turma da casa não teve, contudo, consequências: faltou sempre espaço na zona de remate e, quando surgiu uma nesga, a pontaria deixou muito a desejar.

No segundo tempo, este quadro intensificou-se. Armacenenses quase sempre no meio-campo contrário e a bola longe da baliza... Faltava engenho para chegar ao golo, que surgiu numa desatenção dos centrais de Lagos: Leandro ficou à vontade e rematou com colocação.

Daí até ao final, houve emoção e as duas equipas tiveram a vitória à mercê,comumaoportunidade para cada lado.

O árbitro mostrou alguns cartões a despropósito (em particular o exibido a Claudomiro) e teve um critério na marcação de faltas que desagradou às duas equipas.

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