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Correio da Manhã

Desporto
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Leão a dois pontos da liderança

Paços de Ferreira foi a Capital do Futebol. Excelente partida, com a equipa da casa a provocar grandes calafrios na turma de Jorge Jesus.
Sérgio Pereira Cardoso 27 de Novembro de 2017 às 01:30
Paços de Ferreira-Sporting
Paços de Ferreira-Sporting
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Paços de Ferreira-Sporting
Paços de Ferreira-Sporting
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Paços de Ferreira-Sporting
Paços de Ferreira-Sporting
Paços de Ferreira-Sporting
Paços de Ferreira-Sporting
Paços de Ferreira-Sporting
Paços de Ferreira-Sporting
Paços de Ferreira-Sporting
 Paços de Ferreira-Sporting
Paços de Ferreira-Sporting
Paços de Ferreira-Sporting
Paços de Ferreira-Sporting
Paços de Ferreira-Sporting
Paços de Ferreira-Sporting
Paços de Ferreira-Sporting
Paços de Ferreira-Sporting
Paços de Ferreira-Sporting
 Paços de Ferreira-Sporting
Paços de Ferreira-Sporting
Paços de Ferreira-Sporting
Paços de Ferreira-Sporting
Não foi a mais conseguida das exibições, até pelo excelente Paços de Ferreira que se apresentou em campo, mas o Sporting superou um teste complicado e de capital importância: aproximou-se do FC Porto antes de uma jornada em que os dois rivais dos leões se defrontam, no Dragão.

Quem entrou melhor na partida foi o Paços, muito por culpa do avançado Mabil. Irrequieto, surgiu na cara de Patrício logo aos 6’, mas o campeão europeu levou a melhor. Em jeito de tu-cá-tu-lá, foi Gelson a surgir isolado na área contrária. O remate revelou-se desolador. Minutos iniciais de grande ritmo, em que os visitantes mostravam preferência pelo jogo exterior e os da casa apostavam na transição rápida.

Um centro de Coentrão deixou Bas Dost com tudo para marcar, mas o holandês permitiu a defesa de Felgueiras. Na ala contrária, Piccini ganhou um canto em que, numa confusão de cargas e recargas, Battaglia mostrou cabeça para o golo: 0-1. Não desistiu a turma de Petit, porém, Welthon mostrou-se perdulário em dois lances antes do intervalo.

A segunda parte manteve a toada de espetáculo. Rui Patrício foi obrigado a trabalho e viu, lá ao longe, Bruno Fernandes a acertar no poste, aos 65’, após grande jogada - mais uma - de Fábio Coentrão, com Battaglia a ajudar. Já depois de cortes providenciais de Piccini e Mathieu, ficou toda a gente a olhar para Mabil, que enviou a bola à barra, de cabeça. Corria o minuto 71’ da partida.

O encontro não abrandou e o golo parecia poder surgir em qualquer das balizas. Surgiu em ambas. Primeiro, Coentrão cruzou atrasado para Gelson, com arte pelo meio, fazer o segundo. Já com Bryan Ruiz em campo, foi Marco Baixinho - e Jesus bem disse que temia o ‘Baixinho’ (Messi) - a reduzir.

Apito final, vitória para o Sporting, aplausos para as duas equipas. Os leões ficam a apenas dois pontos do topo da Liga. 

ANÁLISE 
Contra canhões, marchar
Depois do Desp. Aves com o FC Porto, foi o Paços a impor respeito e bom futebol frente ao Sporting, mostrando que nem sempre é carne contra canhão. Mabil foi diabo à solta.

Isto não é a Argentina
Alguns jogadores acusaram o encontro europeu, como Bas Dost. Acuña não tem essa desculpa: nervoso, viu amarelo aos 2’. Jesus já o avisou: já não joga na Argentina!

Golo de ‘Batta’ parece legal
Dá a ideia de que não há irregularidade no golo de Battaglia. Ainda assim, o lance deixa dúvidas. O vídeo-árbitro deu razão a Tiago Martins.

"Juntámos o útil ao agradável"
"Quando há terceiros a tirar pontos aos grandes, e nós ganhamos, é uma espécie de 2 em 1. Juntámos o útil ao agradável". Foi assim que Jorge Jesus reagiu ao empate do líder FC Porto e ao triunfo dos leões que encurtaram distâncias para o primeiro lugar. O treinador do Sporting assumiu que a equipa acusou o desgaste do jogo a meio da semana, diante do Olympiacos, para a Champions: "Notou-se sobretudo no Bruno Fernandes, que não mostrou a qualidade que tem".

Para Jorge Jesus, a vitória foi "suada", mas justa. "Sabíamos que não ia ser fácil ganhar aqui, até porque o Paços ainda não tinha perdido em casa. Defendemos bem e soubemos aproveitar as oportunidades para marcar", vincou o técnico que criticou a equipa no momento do golo do Paços: "Estavam desconcentrados na bola parada, andaram a passo".

Acuña, que viu cartão amarelo aos 2 minutos, mereceu um reparo especial. "Tirei-o porque é um jogador muito emocional e já tinha cartão. Pensa que ainda está na Argentina", ironizou Jesus.

Marta Soares: "só pensamos em nós" 
Jaime Marta Soares, presidente da Mesa da AG dos leões, minimizou ontem o empate do FC Porto.

"Só pensamos em nós e na procura dos 3 pontos. Connosco não há resultados feitos. Conquistam-se com muito trabalho. Temos uma grande equipa e treinador e uma boa gestão do presidente Bruno de Carvalho", disse à CMTV.
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