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Correio da Manhã

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Mandato de um ano não passou

As próximas eleições da Liga Portuguesa de Futebol Profissional realizam-se a 10 de Agosto e elegerão uma direcção por quatro anos. Havia a hipótese de a Liga ir a eleições para uma direcção transitória de apenas um ano – condição colocada por Valentim Loureiro para se recandidatar –, mas os votos não foram suficientes para que a proposta passasse.
20 de Julho de 2006 às 00:00
“A proposta da Direcção da Liga para que o mandato dos novos corpos gerentes a serem eleitos no próximo dia 10 de Agosto tivesse a duração de um só ano não foi aprovada. Apesar de a proposta ter vencido por 18-13, era necessário que no mínimo três quartos dos presentes (75%) tivessem votado a favor dela. Dessa forma, o mandato dos novos corpos gerentes terá como até aqui a duração de quatro anos”, disse o presidente do Boavista João Loureiro, no intervalo da AG, marcada pelo regresso do Sporting a estas reuniões na pessoa do dirigente Rogério de Brito.
Ainda não há qualquer lista de sucessão a Valentim Loureiro – que não revelou se vai recandidatar-se –, mas há muito que se fala na possibilidade de o presidente do Nacional, Rui Alves, avançar.
Entretanto, ainda não será amanhã que sairá uma decisão para o caso Mateus, já que o Gil Vicente apresentou um recurso à FPF, o que obriga a que este órgão estude os novos argumentos apresentados pelo clube gilista.
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