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Correio da Manhã

Desporto
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Mão-cheia de golos

Uma exibição de encher o olho: cinco golos (5-0), duas bolas na trave e um lance em que a bola pareceu ter ultrapassado a linha fatal. O Alvorense não perde desde 23 de Dezembro, soma nove jogos sem derrotas, e frente ao Castromarinense mostrou os argumentos que têm sustentado esse ciclo positivo.
5 de Março de 2007 às 00:00
A equipa do Alvorense rubricou uma exibição de encher o olho, premiada com cinco golos
A equipa do Alvorense rubricou uma exibição de encher o olho, premiada com cinco golos FOTO: Nuno Eugénio
Curiosamente, os forasteiros até começaram melhor e criaram três situações de algum apuro nos minutos iniciais, todas por Neno, o melhor da turma raiana. Aos poucos, porém, o Alvorense foi equilibrando as operações e quando surgiu o primeiro tento já o Alvorense era a melhor equipa sobre o terreno.
Adriano, num remate de cabeça, levou a que se gritasse golo – Ricardo parece ter defendido para além da linha –, mas o 1-0 não tardou, num primoroso ‘chapéu’ de Mário José, o homem da tarde, pois viria ainda a marcar por mais uma vez, num espectacular pontapé cruzado, ao ângulo superior direito da baliza do Castromarinense, e assistiu Adriano para o 5-0 final.
Antes disso, e a perder por um golo de diferença, o Castromarinense reagiu e poderia ter igualado, mas Henrique defendeu o estupendo pontapé de bicicleta de Neno. Logo no reatamento surgiu o 2-0, os raianos adiantaram as suas linhas e, em contra-ataque, o Alvorense criou várias ocasiões. Aproveitou três e acertou por duas vezes (Américo e Adriano) na barra, perante um opositor lutador mas sem argumentos.
O árbitro passou por um período de desnorte antes do intervalo mas recompôs-se. Não se compreende como não expulsou Tozé (viu o amarelo), que derrubou Mário José quando este seguia isolado para a baliza, em zona frontal.
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